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Internacional

Tarifas dos EUA: entenda o impacto nos seus investimentos

AGabriel Barboza
24/04/2025
5 min leitura

O início do novo governo Trump reabriu uma série de tensões econômicas globais. Entre as ações mais impactantes, o aumento das tarifas dos EUA sobre importações e o chamado “tarifaço” reacendeu o alerta para os riscos geopolíticos sobre os investimentos. 

Para quem importa, exporta ou investe fora do país, ignorar esse cenário não é mais uma opção.

Neste artigo, você entenderá os impactos dessas tarifas nos mercados, como reagir estrategicamente e por que a diversificação internacional deixou de ser opcional para se tornar essencial.

Se preferir, assista ao conteúdo no episódio do Ouviu, Investiu!, o podcast da Sacre, “Trump nos investimentos: panorama dos 3 primeiros meses de governo“, onde o especialista de internacional da Sacre, Yuri Ariyoshi, comenta como o primeiro trimestre do governo Donald Trump afetou os mercados financeiros, o impacto do tarifaço nas bolsas e as perspectivas para o dólar.

O impacto das tarifas dos EUA nos mercados globais

O tarifaço de Trump foi implementado com a proposta de reequilibrar a balança comercial dos EUA. O foco: países como China, México e Canadá, que exportam mais para os EUA do que importam. 

Como resultado, o impacto direto foi sentido em setores como vestuário, eletrônicos, automóveis, energia e agronegócio.

A reação foi rápida. A China respondeu com tarifas próprias, e o que era uma política virou uma guerra comercial. Consequentemente, as consequências foram:

  • Volatilidade nas bolsas globais: o medo de uma recessão provocada pela retração comercial fez os índices despencarem.
  • Fuga para ativos considerados seguros: como dólar, títulos do Tesouro americano e bonds corporativos. O índice VIX, conhecido como “índice do medo”, atingiu níveis extremos.

Além disso, essa instabilidade não ficou restrita ao campo macroeconômico. Ela impactou o comportamento dos investidores, bloqueando decisões e atrasando movimentações estratégicas. Muitos ficaram paralisados pela incerteza e acabaram perdendo oportunidades importantes.

As tarifas dos EUA estão mudando o jogo global. E sua carteira, está preparada?

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O dilema do investidor brasileiro: agir ou esperar?

Em um ambiente instável, muitos investidores optam por manter a carteira intocada. No entanto, essa inércia, motivada pelo medo, pode parecer uma medida de proteção, mas na prática se torna uma forma de risco.

Quem hesita em momentos decisivos, como o pico do dólar ou a queda de ações de fundos internacionais, tende a perder oportunidades de proteção e valorização. Por consequência, ativos com fundamentos sólidos passam a ser negociados abaixo do valor, e poucos aproveitam.

Portanto, a solução não está em movimentos impulsivos, mas sim em estratégias consistentes, baseadas em análise, visão de longo prazo e uma abordagem gradual.

Oportunidades estratégicas em meio à crise

Apesar da tensão gerada pelas tarifas dos EUA, o cenário também oferece oportunidades para quem está bem informado e assessorado. Nesse sentido, o realinhamento comercial entre Estados Unidos e China coloca o Brasil como possível alternativa de fornecimento para países que antes priorizavam produtos americanos ou chineses.

Esse novo fluxo comercial favorece setores como:

  • Agronegócio
  • Energia
  • Infraestrutura
  • Exportação de commodities

Mesmo com as quedas recentes, esses setores mantêm fundamentos sólidos e perspectiva de recuperação no médio e longo prazo. Dessa forma, o que vemos não é uma retração definitiva, mas sim uma reprecificação de ativos, abrindo espaço para entrada estratégica.

Ativos e fundos ligados a países emergentes, por exemplo, sofreram com a fuga de capital no curto prazo. Por outro lado, economias como a brasileira continuam crescendo em setores-chave e atraindo atenção global.

Em vez de se arriscar cegamente, o segredo está em saber onde e como se posicionar. O investidor preparado não atua com pressa, mas com propósito, aproveita as brechas abertas pelo medo e constrói posição com responsabilidade.

Por que a diversificação internacional virou obrigação

O cenário atual mostra que depender exclusivamente do mercado brasileiro é arriscado. Tarifas imprevisíveis, volatilidade do câmbio, crises políticas internas e oscilações fiscais criam um ambiente que exige alternativas de proteção.

Investidores que centralizam seu patrimônio no Brasil enfrentam uma série de vulnerabilidades:

  • Desvalorização do real frente ao dólar
  • Baixa previsibilidade econômica
  • Risco político constante
  • Exposição limitada a setores de alta tecnologia e inovação

Diante disso, a diversificação internacional passou a ser uma estratégia de defesa e crescimento. Ela permite ao investidor acessar mercados mais estáveis, moedas fortes e setores não disponíveis localmente, como tecnologia, defesa, energia limpa e grandes conglomerados globais.

Em resumo, diversificar é proteger. E hoje, é também progredir.

Leia também:
– A Influência do Dólar nos Investimentos
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Agir com estratégia é o verdadeiro diferencial

As tarifas dos EUA e os movimentos agressivos do novo governo Trump deixaram claro que, no mundo atual, geopolítica e economia estão mais conectadas do que nunca. Assim sendo, as decisões de uma potência mundial impactam diretamente mercados globais, cadeias de produção e o desempenho dos investimentos, inclusive os seus.

Dessa maneira, o momento exige mais do que reação. Exige visão, planejamento e execução orientada.

E é exatamente isso que a Sacre entrega.

Somos uma assessoria que vai além da recomendação de produtos. Ajudamos você a navegar com segurança, proteger o que construiu e buscar crescimento em meio à incerteza.

Como destaca Yuri Ariyoshi, especialista em investimentos internacionais da Sacre:
“Nós ajudamos o investidor a montar e fazer o controle do portfólio internacional e a entender mais o mercado.”

Se você quer entender como a Sacre pode ajudar você a se posicionar globalmente, proteger seu patrimônio e crescer com confiança, preencha o formulário abaixo. Nosso time está pronto para te acompanhar.

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Gabriel Barboza

Especialista em investimentos.

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