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Sacre Investimentos
ColunistasACS
05/10/2026
3 min

A ação que aguenta o tranco do segundo turno e o que esperar dos mercados hoje

A ação do mês votada pelos principais bancos e casas de análise é uma boa pedida para atravessar o período eleitoral sem grandes solavancos

A ação que aguenta o tranco do segundo turno e o que esperar dos mercados hoje

Quem estava acompanhando as últimas pesquisas eleitorais se surpreendeu com o resultado das urnas do primeiro turno. E, como o mercado gosta de previsibilidade, qualquer surpresa gera instabilidade — para cima ou para baixo.

As próximas semanas também serão de volatilidade. Novas declarações, pesquisas ou levantamentos podem afetar juros futuros e os preços de ativos na bolsa de valores, tanto para valorização quanto para queda.

Com esses riscos vindos da disputa eleitoral no radar, é o momento de proteger sua carteira. Claro, os investidores mais arrojados podem tentar surfar no rali eleitoral.

Mas é importante ter boas ações no portfólio, que continuam tendo um bom desempenho independentemente do cenário político. Um porto-seguro na bolsa, em meio às tempestades.

A repórter Dani Alvarenga traz um levantamento com os principais bancos e casas de análise para saber qual o ativo preferido do mercado para o momento.

Confira qual a ação do mês de outubro nesta matéria aqui.

Esquenta dos mercados

Os brasileiros começam a semana digerindo os resultados do primeiro turno das eleições do país. Após Flávio Bolsonaro (PL) sair na frente de Lula (PT), as expectativas são de que uma troca de governo pode alterar a trajetória fiscal e dos juros por aqui.

Já no exterior, o clima é de cautela enquanto os investidores aguardam a divulgação dos Índices Gerentes de Compras (PMIs) de serviços dos EUA.

Em meio às expectativas, os futuros de Nova York iniciam o dia em queda generalizada, após o fechamento positivo de Wall Street na sexta-feira (2).

Na Europa, as contas públicas assombram os mercados. As bolsas da região amanhecem sem direção única, em meio a pressões por temores fiscais e pela forte queda da Schneider Electric, após comprar a empresa PTC por US$ 22,6 bilhões.

Os preços do petróleo, por outro lado, iniciam o dia em leve alta, mesmo com os riscos do conflito no Oriente Médio no radar.

A redução da commodity e o bom desempenho de Wall Street no pregão de sexta dão fôlego aos mercados asiáticos. Por lá, os principais índices fecharam a sessão em alta.

Vale lembrar, porém, que as bolsas chinesas permanecem fechadas devido a um feriado local.

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AutorKarin Salomão
FonteSeu Dinheiro
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