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CriptomoedasCPTO
17/06/2026
2 min

Bitcoin (BTC) cai antes do ‘Teste de Warsh’ no Banco Central; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (17)

Bitcoin (BTC) cai antes do ‘Teste de Warsh’ no Banco Central; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (17)

O Bitcoin (BTC)é negociado na casa dos US$ 64,8 mil na manhã desta quarta-feira (17), com uma queda de cerca de 2% nas últimas 24h.

O mercado global de criptomoedasopera no vermelho na manhã de hoje, com alguns tokens recuando mais de 4% nas primeiras horas do dia.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam mistas. O mercado europeu opera sem direção definida, enquanto os futuros de Nova York avançam nesta manhã.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

# Criptomoeda (Ticker) Preço 24h 7d YTD
1 Bitcoin (BTC) US$ 64.536,58 -3,02% 5,89% -26,25%
2 Ethereum (ETH) US$ 1.758,81 -2,14% 8,99% -40,72%
3 Tether (USDT) US$ 0,9990 -0,03% -0,02% 0,06%
4 BNB (BNB) US$ 601,30 -2,06% 3,02% -30,34%
5 XRP (XRP) US$ 1,19 -3,78% 7,59% -35,19%
6 USDC (USDC) US$ 0,9997 -0,01% -0,01% 0,01%
7 Solana (SOL) US$ 71,92 -3,81% 13,30% -42,22%
8 TRON (TRX) US$ 0,3195 0,61% -0,88% 12,42%
9 Hyperliquid (HYPE) US$ 71,65 -5,53% 26,84% 181,76%
10 Dogecoin (DOGE) US$ 0,08585 -2,76% 2,83% -26,80%
Fonte: Coin Market Cap.

Bitcoin (BTC) e o ‘Teste de Warsh’

Na tarde de hoje acontece a primeira reunião do Fomc, o equivalente ao Copom do Banco Central norte-americano (Federal Reserve, ou Fed) sob a batuta de Kevin Warsh, recém-empossado no comando da instituição.

De acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group, o colegiado deve manter os juros inalterados nesta reunião, na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, um patamar considerado elevado para uma economia daquele porte.

E, se os investidores passaram os últimos dois anos debatendo quando os cortes de juros começariam, a questão agora é por quanto tempo as taxas permanecerão elevadas — e de o risco de novos apertos monetários voltar ao radar.

A elevação dos custos de energia após o fechamento do Estreito de Ormuz vem pressionando os Bancos Centrais pelo globo a subirem os juros das principais economias mundiais. Naturalmente, se o maior BC do planeta decidir pelo mesmo, a era do “dinheiro barato” — que já não estava lá tão acessível — pode cair por terra de vez.

Nesse cenário, ativos de maior risco, como é o caso das criptomoedas, tendem a ter um desempenho aquém do que gostariam os investidores. Cabe, agora, analisar o comunicado após a decisão para avaliar o futuro das taxas nos EUA.

AutorRenan Sousa
FonteMoney Times
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