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CriptomoedasCPTO
10/06/2026
2 min

Bitcoin (BTC) cai e se aproxima do suporte de US$ 60 mil antes da inflação dos EUA; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (10)

Bitcoin (BTC) cai e se aproxima do suporte de US$ 60 mil antes da inflação dos EUA; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (10)

O Bitcoin (BTC)é negociado na casa dos US$ 61 mil na manhã desta quarta-feira (10), com uma desvalorização da ordem de 2% nas últimas 24h.

O mercado global de criptomoedasopera no vermelho hoje, com os investidores aguardando a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos.

A expectativa é de uma alta de 0,5% na comparação mensal. No acumulado do ano, projeta-se avanço de 4,2%, impulsionado principalmente pelos preços de energia.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam no vermelho. O mercado europeu opera em queda, enquanto os futuros de Nova York recuam nesta manhã.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

# Criptomoeda (Ticker) Preço 24h 7d YTD
1 Bitcoin (BTC) US$ 61.058,05 -2,42% -9,07% -30,23%
2 Ethereum (ETH) US$ 1.617,74 -3,07% -14,00% -45,48%
3 Tether (USDT) US$ 0,9992 0,03% 0,05% 0,07%
4 BNB (BNB) US$ 583,76 -2,57% -8,98% -32,38%
5 USDC (USDC) US$ 0,9997 0,01% 0,01% 0,01%
6 XRP (XRP) US$ 1,10 -4,15% -10,68% -39,75%
7 Solana (SOL) US$ 63,46 -4,16% -15,92% -49,02%
8 TRON (TRX) US$ 0,3224 0,17% -2,90% 13,42%
9 Hyperliquid (HYPE) US$ 56,49 -8,91% -22,57% 122,14%
10 Dogecoin (DOGE) US$ 0,08346 -2,27% -11,45% -28,84%
Fonte: Coin Market Cap.

Bitcoin (BTC) e a macroeconomia

Vale destacar que, para o mercado de criptomoedas, a liquidez continua sendo a variável mais importante. A divulgação do CPI, ainda que este não seja o índice preferido do Federal Reserve(Fed, o Banco Central dos EUA) para balizar a decisão sobre juros, funcionará como um termômetro para as expectativas das taxas por lá.

Ao mesmo tempo, os investidores já começam a precificar um aperto sincronizado dos Bancos Centrais em relação aos juros, com rendimentos mais elevados dos títulos soberanos e os efeitos de absorção de capital causados pelos enormes investimentos em infraestrutura e financiamento ligados à inteligência artificial, os ativos de risco enfrentarão testes de valuation cada vez mais exigentes.

Por fim, embora a agenda macroeconômica tenha voltado ao foco, o conflito no Oriente Médio segue no radar.

As tensões entre EUA e Irã voltaram a subir após um helicóptero norte-americano ser abatido nas proximidades do Estreito de Ormuz. Em resposta, os Estados Unidos afirmaram ter realizado ataques classificados como “de autodefesa”.

AutorRenan Sousa
FonteMoney Times
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