Bradesco (BBDC4), Petrobras (PETR4), Cemig (CMIG4) e outros destaques desta segunda-feira (14)
O pagamento de dividendos pelo Bradesco (BBDC4) e outras empresas, o recebimento de novas parcelas do programa de subvenção econômica do diesel pela Petrobras (PETR3; PETR4) e a troca de comando na Cemig (CMIG4) são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (14). Confira os destaques corporativos Bradesco (BBDC4), Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e mais duas empresa […]

O pagamento de dividendos pelo Bradesco (BBDC4) e outras empresas, o recebimento de novas parcelas do programa de subvenção econômica do diesel pela Petrobras (PETR3; PETR4) e a troca de comando na Cemig (CMIG4) são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (14).
Confira os destaques corporativos
Bradesco (BBDC4), Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e mais duas empresa pagam dividendos nesta semana
Na semana de 14 a 18 de setembro, quatro companhias da bolsa brasileira pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.
Na segunda-feira (14), a Metalúrgica Gerdau (GOAU3;GOAU4) realiza pagamento de dividendo no valor de R$ 0,110, para os acionistas posicionados em 19 de agosto de 2026.
Já na terça-feira (15), o Bradesco realiza pagamento de JCP no valor de R$ 0,2703 para BBDC3 e de R$ 0,2973 para BBDC4, com data de corte de 6 de abril de 2026.
Petrobras (PETR4) recebe pagamento de novas parcelas do programa de subvenção econômica do diesel
A Petrobras (PETR3;PETR4) informou que recebeu novas parcelas do Programa de Subvenção Econômica à comercialização de diesel, segundo comunicado divulgado na sexta-feira.
A companhia recebeu R$ 644 milhões, correspondente à comercialização de diesel entre 1º e 15 de junho e R$ 1,92 bilhão, correspondente à comercialização de diesel, entre 16 e 30 de junho.
O total acumulado recebido pela Petrobras no âmbito dos programas de subvenção ao óleo diesel, gasolina e GLP até o momento soma cerca de R$ 9,5 bilhões, disse a estatal.
Cemig (CMIG4) elege novo presidente e muda comando do conselho de administração
A Cemig (CMIG4) informou ao mercado, na noite de sexta-feira (11), que o conselho de administração aprovou a eleição de Marco Aurélio Martins da Costa Vasconcelos para o cargo de presidente da companhia e de Alexandre Ramos Peixoto para a presidência do conselho de administração.
Marco Aurélio Vasconcelos é advogado, com formação pela PUC Minas e especializações em Direito de Empresa e Gestão Empresarial.
Ele atuou em áreas jurídicas, de gestão e de administração pública, com passagem por organizações dos setores de saneamento, mineração e indústria, além do governo de Minas Gerais. Na Copasa, ocupou cargos como procurador-geral jurídico, assessor da presidência e, desde 2022, diretor adjunto jurídico.
Já Alexandre Ramos Peixoto é engenheiro de carreira da própria Cemig e tem experiência no setor elétrico, com atuação também na Aneel, no Ministério de Minas e Energia e na Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Oncoclínicas (ONCO3) anuncia troca de CFO em meio à recuperação extrajudicial
A Oncoclínicas (ONCO3) informou nesta segunda-feira (14) que seu conselho de administração aprovou a eleição de Maurício Hasson para os cargos de diretor executivo financeiro e diretor executivo de relações com investidores da companhia.
Segundo o fato relevante, Hasson assume os cargos já nesta data, dando início ao processo de transição. Com isso, Isaac Quintino, que vinha acumulando interinamente as funções de diretor financeiro e de RI desde 24 de abril de 2026, permanecerá na empresa apenas até a conclusão dessa transição.
A companhia destacou que Hasson tem mais de 14 anos de experiência em posições de CFO, incluindo uma passagem pela própria Oncoclínicas entre 2015 e 2016.
Ele também atuou em bancos de investimento no Brasil e nos Estados Unidos. O novo executivo é engenheiro mecânico formado pela PUC-Rio e tem MBA pela The University of Chicago Booth School of Business.
Na prática, a troca ocorre em um momento de atenção para a Oncoclínicas, que recentemente também comunicou ao mercado a abertura de uma arbitragem envolvendo disputa societária.
SLC Agrícola (SLCE3) aprova emissão de R$ 515,5 milhões em títulos do agronegócio
A SLC Agrícola (SLCE3) aprovou sua primeira emissão de Cédulas de Produto Rural com liquidação financeira (CPR-F), no valor total de R$ 515,48 milhões, informou a companhia nesta sexta-feira (11).
Serão emitidos 515.480 títulos, com valor nominal unitário de R$ 1 mil e prazo de sete anos. O vencimento está previsto para 15 de setembro de 2033, enquanto a remuneração corresponderá a 95,5% da variação acumulada da taxa DI.
O valor principal será amortizado em duas parcelas iguais, com pagamentos programados para setembro de 2031 e para a data de vencimento. A operação contará com fiança do Bradesco equivalente a 100% do saldo devedor, acrescido da remuneração e dos demais encargos.
Os títulos serão distribuídos exclusivamente a investidores profissionais, sob coordenação do Bradesco BBI e em regime de garantia firme de colocação.
Receba gratuitamente as newsletters do Money Times
Toky (TOKY3) elege novo membro para conselho em meio a questionamentos de minoritários
O Grupo Toky (TOKY3) elegeu João Pedro Maya interinamente como membro independente do conselho de administração da companhia, após a renúncia de André Felipe Rosado França, anunciada ao mercado em 31 de agosto.
Segundo comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a eleição de Maya ainda será submetida à ratificação na primeira assembleia geral realizada após a nomeação, conforme previsto no estatuto social da Toky.
A mudança ocorre em meio a questionamentos de acionistas minoritários sobre a composição e a atuação do conselho da companhia, que está em recuperação judicial.
Um grupo que afirma representar 6,11% do capital pediu a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para discutir, entre outros temas, a eleição do conselho de administração, alterações no capital autorizado e eventual responsabilização de administradores.
PF aponta fraude de R$ 17 bilhões em operações entre Master e BRB
A Polícia Federal concluiu que as fraudes praticadas entre oBanco Master e o Banco de Brasília (BRB) somaram cerca de R$ 17 bilhões e foram “estruturadas mediante produção massiva de documentos falsos” e utilização de uma empresa de fachada.
A conclusão aparece no conjunto de arquivos cujo sigilo foi derrubado pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa estão presos. Procurada, a defesa de Vorcaro não comentou. O Estadão não conseguiu contato até a noite de sábado (12) com os advogados de Costa.
Segundo a PF, “as investigações identificaram que operações fictícias ou materialmente insubsistentes, que somam cerca de R$ 17 bilhões, foram estruturadas mediante produção massiva de documentos falsos, manipulação de dados internos e utilização de empresa de fachada, com a conivência e atuação dolosa da alta administração do BRB, especialmente de seu então presidente, Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa”.
Superintendência do Cade aprova venda de serviços telefônicos da Oi à Método
A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a venda da operação de serviços telefônicos da Oi para a companhia Método Telecomunicações.
A decisão de aprovação da superintendência se tornará definitiva no prazo de 15 dias corridos contados a partir de sua publicação no Diário Oficial da União.
A informação foi confirmada pela Oi, em comunicado ao mercado nesta sexta-feira, 11. O comunicado foi assinado pelos representantes da massa falida da empresa.
Superintendência-Geral do Cade aprova compra da Desktop pela Claro sem restrições
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Desktop pela Claro, afastando sinalizações iniciais de dificuldades para a confirmação dessa operação entre as empresas.
O parecer da superintendência observou que a maior sobreposição das duas companhias acontece no mercado de banda larga fixa, abrangendo 198 municípios, sendo que, em muitos deles, as participações de mercado conjuntas serão bastante significativas.
No entanto, o parecer considerou reduzida a probabilidade de exercício unilateral de poder de mercado decorrente da operação, mesmo nas cidades onde a participação de mercado será mais significativa.
*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo
