BTG vê espaço para recuperação do mini índice e nova alta do mini dólar
O mini índice (WINQ26) segue pressionado no curto prazo e pode buscar uma recuperação técnica caso consiga sustentar os 172.800 pontos, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactual divulgado nesta terça-feira (11). De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, o contrato futuro do Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão com queda de […]

O mini índice (WINQ26) segue pressionado no curto prazo e pode buscar uma recuperação técnica caso consiga sustentar os 172.800 pontos, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactualdivulgado nesta terça-feira (11).
De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, o contrato futuro do Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão com queda de 0,24%, mantendo a pressão vendedora observada nas últimas sessões. No gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias móveis de 21, 50 e 200 períodos, sinalizando deterioração da estrutura técnica de curto prazo.
O relatório destaca que a média móvel de 21 períodos, em 173.259 pontos, e a média móvel de 200 períodos, em 176.553 pontos, passaram a funcionar como importantes resistências para uma eventual recuperação do índice.
Segundo o BTG, o Índice de Força Relativa (IFR) opera próximo da região de sobrevenda, ao redor dos 30 pontos. O indicador sugere que o movimento de baixa pode perder força no curtíssimo prazo, embora ainda não haja sinais claros de reversão da tendência.
Na avaliação dos analistas, a manutenção do contrato acima dos 172.800 pontos pode abrir espaço para um repique técnico em direção à região dos 173.600 pontos. Por outro lado, a perda desse suporte tende a manter o viés negativo para o ativo.
Mini dólar
No mercado de câmbio, o mini dólar (WDOU26) encerrou o pregão em alta de 0,45%, aos 5.133,00 pontos, ampliando o movimento de recuperação iniciado nas mínimas recentes.
Segundo o BTG Pactual, o contrato passou a operar acima das médias móveis de 21, 50 e 200 períodos no gráfico de 60 minutos, sinalizando melhora da estrutura técnica no curto prazo.
A média móvel de 21 períodos, em 5.129,50 pontos, atua como suporte imediato do movimento, enquanto a média de 200 períodos, em 5.112,00 pontos, representa o principal suporte estrutural abaixo das cotações atuais.
O IFR permanece em zona neutra, sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda. Para Costa e Sporch, caso o contrato consiga sustentar fechamentos acima dos 5.136,50 pontos, o movimento de recuperação poderá ganhar força e abrir caminho para a região dos 5.160,00 pontos, próximo alvo técnico apontado pelo relatório.
