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InvestMercados
15/07/2026
2 min

CEO do Nubank no Brasil vai assumir comando do 'roxinho' na América Latina

CEO do Nubank no Brasil vai assumir comando do 'roxinho' na América Latina

O Nubank confirmou nesta quarta-feira, 15, que Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, também vai assumir o comando das operações na América Latina.

Os country managers Armando Herrera, no México, e Marcela Torres, na Colômbia, passam a reportar diretamente à executiva. Segundo a instituição financeira, os dois seguem à frente das operações locais, sem perda de autonomia no dia a dia.

O Nubank soma 135 milhões de clientes na América Latina e acaba de receber autorização para operar como banco no México, onde deve se tornar o maior banco digital do país.

Na Colômbia, o Nu já está presente em 100% dos departamentos do país (equivalente aos estados no Brasil) e conta com 5 milhões de clientes. No Brasil, segue como a instituição financeira mais bem avaliada pelos brasileiros, segundo o NPS Prism da Bain & Company referente ao quarto trimestre de 2025.

O banco calcula que cerca de 37 milhões de pessoas entraram no sistema financeiro formal por meio da plataforma na região: 31,5 milhões no Brasil, 4,7 milhões no México e quase 1 milhão na Colômbia.

A trajetória de Livia Chanes no banco

Livia Chanes entrou no Nubank há seis anos como vice-presidente de produtos. Assumiu a operação brasileira no segundo semestre de 2022 e virou CEO Brasil no início de 2024.

Sob sua gestão, a operação brasileira somou mais de 50 milhões de novos clientes, chegando aos 115 milhões atuais. No período, o banco lançou o NuCel, seu serviço de telefonia móvel, que já passa de 1 milhão de clientes, e expandiu o Nu Empresas para 6 milhões de CNPJs atendidos.

O que muda no México e na Colômbia

O Nu México atingiu o break-even no primeiro trimestre deste ano e já soma 15 milhões de clientes, com quase 12 mil novas contas abertas por dia. Na Colômbia, a operação completou cinco anos com mais de 11 trilhões de pesos em depósitos e prevê US$ 130 milhões em investimentos para 2026.

No Brasil, onde já atende mais de 60% da população adulta, o banco vê espaço para crescer em receita. A companhia prometeu investir R$ 45 bilhões até 2026 para acelerar essa monetização e ampliar a oferta de produtos, mantendo, segundo o banco, um dos menores índices de reclamações do Banco Central entre as maiores instituições financeiras do país.

AutorDa Redação
FonteExame
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