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InvestMercadosCMDT
25/06/2026
2 min

Chevron mantém produção na Venezuela após terremotos históricos

Chevron mantém produção na Venezuela após terremotos históricos

A petroleira norte-americana Chevron Corp. informou que suas operações na Venezuela continuam ativas e que todos os seus funcionários foram localizados em segurança após dois terremotos consecutivos atingirem o país sul-americano.

"Como empregadora e parceira de longa data na Venezuela, nos solidarizamos com o país e seu povo durante este momento difícil", declarou a companhia em comunicado oficial divulgado nesta quinta-feira, 25. "Continuamos comprometidos em apoiar nossos funcionários e as comunidades que cercam nossas instalações, garantindo a continuidade da operação segura de nossos ativos".

Impacto na infraestrutura de petróleo e gás

De acordo com informações de uma pessoa com conhecimento da situação consultada pela Bloomberg, o principal polo de refino da Venezuela — situado próximo ao epicentro dos tremores em Paraguaná — e o terminal de exportação de Jose, em Anzoátegui, estão funcionando normalmente. Não foram registrados impactos no processamento ou no carregamento de petróleo.

Por outro lado, a estatal Petróleos de Venezuela SA (PDVSA) está avaliando danos causados pelas falhas geológicas em algumas plantas petroquímicas instaladas perto do epicentro dos abalos.

Terremoto histórico deixa mais de 160 mortos

Os dois fortes terremotos, que registraram magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorreram na noite de quarta-feira (24) e foram sentidos em toda a região. Conforme dados da agência Associated Press citados pela Bloomberg, os tremores estão entre os mais fortes a atingir a Venezuela em mais de um século, deixando um balanço inicial de pelo menos 164 mortos e 971 feridos.

A Chevron mantém sua presença em território venezuelano após anos de turbulência política e econômica no país. Atualmente, a petrolífera planeja ampliar seus investimentos na região, movimento que ganha força após as autoridades dos Estados Unidos prenderem o ex-presidente Nicolás Maduro em janeiro deste ano.

*com Bloomberg

AutorDa Redação
FonteExame
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