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Sacre Investimentos
EconomiaFII
20/10/2026
2 min

Com queda de 29% em 2026, fundo imobiliário anuncia primeiro programa de recompra de cotas

O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) anunciou, por meio de fato relevante, que aprovou um programa de recompra de até 9,59 milhões de cotas. De acordo com o documento, a iniciativa começará em 3 de novembro de 2026 e terá prazo de até 12 meses, com encerramento previsto para 19 de outubro de 2027. […]

O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) anunciou, por meio de fato relevante, que aprovou um programa de recompra de até 9,59 milhões de cotas.

De acordo com o documento, a iniciativa começará em 3 de novembro de 2026 e terá prazo de até 12 meses, com encerramento previsto para 19 de outubro de 2027.

O veículo poderá recomprar até 10% das suas cotas existentes na bolsa de valores (B3), a preços de mercado, desde que o preço pago por papel seja inferior ao valor patrimonial apurado no dia imediatamente anterior à operação.

As cotas adquiridas serão canceladas imediatamente após a liquidação das transações, conforme a regulamentação vigente.

Primeiro programa de recompra do TRXF11

Ainda segundo o comunicado, este será o primeiro programa de recompra de cotas do TRXF11. A gestora, TRX Real Estate, afirmou que a iniciativa amplia as alternativas de administração ativa e alocação de capital do fundo.

O objetivo, de acordo com o veículo, é aproveitar momentos em que as cotas são negociadas abaixo do preço patrimonial para gerar valor aos cotistas.

Atualmente, cabe ressaltar, o fundo negocia a 0,74 vez o P/VP (valor patrimonial por cota), com queda acumulada na B3 de 29% em 2026.



A TRX Real Estate ressaltou, no entanto, que a recompra é facultativa e que não há garantia de que o limite de 9,59 milhões de papéis será atingido.

O programa também poderá ser suspenso, interrompido ou encerrado a qualquer momento, a critério dos prestadores de serviços essenciais, mediante divulgação ao mercado.

Programa de recompra

A recompra de papéis já é comum entre companhias listadas na bolsa de valores. Empresas abertas costumam recorrer a esse tipo de operação quando consideram que suas açõesestão descontadas, como forma de sinalizar confiança aos acionistas.

No caso dos fundos imobiliários (FIIs) e fiagros, porém, o mecanismo é algo mais recente e só passou a ser autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em maio de 2025.

AutorIgor Grecco
FonteMoney Times
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