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27/10/2026
2 min

Corretora de criptomoedas Ripio protocola pedido de licença no BC

Empresa afirma que segue atendendo os clientes brasileiros normalmente e que a regulação é sinal de amadurecimento do setor

Corretora de criptomoedas Ripio protocola pedido de licença no BC

A corretora de criptomoedas sediada na Argentina, Ripio, protocolou o pedido de autorização junto ao Banco Central para se tornar uma prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV).

Pela regulamentação publicada pelo BC no ano passado, toda empresa que opera com criptoativos no país terá que pedir autorização até esta sexta-feira, 30, para poder continuar operando no Brasil. Quem não conseguir ser autorizado como PSAV perderá o direito de operar e será considerado uma instituição irregular pelas autoridades brasileiras.

Os negócios da Ripio no Brasil começaram em 2015 e a empresa afirma que segue atendendo seus clientes normalmente. "A Ripio prioriza o mercado brasileiro desde 2015 quando tomou a decisão de expandir para o país. Qualquer que seja a adequação necessária para continuar operando conforme as regras do país, faremos." Afirmou em nota Sebastian Serrano, CEO da corretora.

A companhia disse ainda que acompanha a regulamentação como parte do "amadurecimento do setor".

Perto do fim do prazo, já pediram licença de PSAV no Brasil: Binance, OKX, Bybit, Crown, Brasil Bitcoin (suspensa por decisão judicial), Transfero, Mazzera, PFPay, Masterpay, W Brasil Comércio, Onda Finance e Wynx Exchange.

Há uma série de outras empresas que devem pedir também em breve, como Avenia, Coinbase, Foxbit, Lumx e Mercado Bitcoin, além dos bancos, que também vão operar com cripto. Bradesco, BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) e Itaú estão entre as instituições financeiras que já possuem áreas dedicadas a ativos digitais em suas operações.

AutorRicardo Bomfim
FonteExame
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