CSN (CSNA3) aprova oferta para troca de títulos de US$ 1,3 bi; prevê aumento no prejuízo do 1º semestre
A CSN (CSNA3) anunciou na noite de quinta-feira (30) que o seu conselho de administração aprovou uma oferta de troca de bonds com vencimento em 2028 e juros de 6,750% ao ano emitidos pela subsidiária CSN Inova. De acordo com fato relevante, os títulos existentes poderão ser trocados por novas notes colocadas no exterior com […]

A CSN (CSNA3) anunciou na noite de quinta-feira (30) que o seu conselho de administração aprovou uma oferta de troca de bonds com vencimento em 2028 e juros de 6,750% ao ano emitidos pela subsidiária CSN Inova.
De acordo com fato relevante, os títulos existentes poderão ser trocados por novas notes colocadas no exterior com remuneração de taxa fixa de 11,00% ao ano e vencimento em 2030 no valor de até US$ 970 milhões, além de pagamento em dinheiro de até US$ 330 milhões.
A oferta será destinada para investidores institucionais qualificados, residentes e domiciliados nos Estados Unidos e a investidores em outros mercados internacionais.
A oferta teve início no mesmo dia e está prevista para encerrar em 10 de agosto, com liquidação prevista em 12 de agosto
No mesmo comunicado, o grupo anunciou números preliminares para o primeiro semestre e afirmou esperar prejuízo líquido entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão, em comparação com prejuízo de R$861,9 milhões no mesmo período do ano anterior.
Considerando o prejuízo líquido de R$ 555 milhões registrado no primeiro trimestre, o resultado implícito do segundo trimestre aponta perda entre R$ 745 milhões e R$ 845 milhões.
A companhia também prevê resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, entre R$5,3 bilhões e R$ 5,4 bilhões no semestre, em comparação a R$ 5,2 bilhões no primeiro semestre de 2025.
Em relação ao segundo trimestre, o Ebitda ajustado deve ser entre R$ 2,65 bilhões e R$ 2,75 bilhões.
A receita líquida está prevista para ser em linha, de forma geral, com o mesmo período de 2025, quando registrou R$ 21,60 bilhões, sugerindo receita aproximada de R$ 11 bilhões no segundo trimestre.
