Direcional (DIRR3) vê normalização da demanda após ‘queda causada pela Copa do Mundo’, diz CEO
A Direcional Engenharia (DIRR3) observou um retorno à normalidade da demanda, tanto em vendas quanto em lançamentos, entre a segunda quinzena de julho e o início de agosto após queda causada pela Copa do Mundo, disse o diretor-presidente (CEO) da empresa, Ricardo Gontijo. Em teleconferência com analistas sobre o balanço do segundo trimestre (2T26), o […]

A Direcional Engenharia (DIRR3) observou um retorno à normalidade da demanda, tanto em vendas quanto em lançamentos, entre a segunda quinzena de julho e o início de agosto após queda causada pela Copa do Mundo, disse o diretor-presidente (CEO) da empresa, Ricardo Gontijo.
Em teleconferência com analistas sobreo balanço do segundo trimestre (2T26), o executivo acrescentou que o grupo irá ajustar o volume de lançamentos em função das vendas e não irá construir estoque.
Segundo o diretor financeiro (CFO) da Direcional, Paulo Sousa, o foco da companhia está na geração de caixa, e ele disse que não irá alavancar a empresa acima dos patamares “confortáveis” de 20%.
O grupo anunciou na véspera um lucro líquido de R$ 202 milhões no segundo trimestre, crescimento de 9,7% sobre o resultado apresentado um ano antes.
A empresa também divulgou a abertura de um novo programa de recompra de até 32 milhões de ações.
Analistas da XP Research afirmaram em nota que o desempenho da Direcional foi “positivo”, com receita em linha com as expectativas e Ebitda acima do esperado.
“A empresa também apresentou sólida geração de caixa e maior desalavancagem durante o trimestre”, destacaram Ygor Altero e equipe.
As ações, porém, recuavam 4,7% às 10h45 (horário de Brasília) e chegaram a alcançar queda de 7% durante a abertura do pregão.
