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02/10/2026
2 min

Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,21 com postura defensiva antes do 1º turno das eleições

O dólar à vista encerrou o último pregão antes do primeiro turno das eleições em leve queda. Nesta sexta-feira (2), a divisa encerrou o dia a R$ 5,2165, com recuo de 0,07%, no mercado à vista. O movimento local acompanhou o desempenho do dólar global. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador […]

Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,21 com postura defensiva antes do 1º turno das eleições

O dólar à vista encerrou o último pregão antes do primeiro turno das eleições em leve queda. Nesta sexta-feira (2), a divisa encerrou o dia a R$ 5,2165, com recuo de 0,07%, no mercado à vista.

O movimento local acompanhou o desempenho do dólar global. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com queda de 0,19%, aos 101.907 pontos.

Na semana, a divisa acumulou valorização de 0,67% ante o real.

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O que mexeu com o dólar hoje?

O movimento do câmbio foi orientado pelo cenário externo, com dados de emprego mais brandos e aumento das expectativas de manutenção dos juros nos Estados Unidos.

O principal relatório de empregos dos Estados Unidos, mostrou a abertura de 29 mil vagas de emprego em setembro, bem abaixo do esperado pelo mercado, e apontou para um aumento da taxa de desemprego de 4,1% para 4,2% no período.

O dado, referência para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), elevou a aposta de manutenção dos juros pelo Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) para mais de 80%.

A queda nos preços do petróleo também aliviou as pressões inflacionárias globais.

No cenário doméstico, por sua vez, o mercado manteve uma postura mais defensiva no último pregão antes do primeiro turno das eleições, com a disputa mais acirrada da história para a Presidência da República.

Nas últimas pesquisas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT), candidato à reeleição, e o Flávio Bolsonaro(PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, aparecem tecnicamente empatados.

“O alívio externo teve efeito limitado por aqui, onde a incerteza na véspera do primeiro turno das eleições mantém uma demanda mais defensiva por dólar”, afirmou Vitor Kayo, economista sênior da Nomad.

AutorLiliane de Lima
FonteMoney Times
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