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Sacre Investimentos
Mercado ImobiliárioFII
08/08/2026
4 min

Dono da Wise Up compra mansão de R$ 128 milhões nas Bahamas

O imóvel fica em Albany, condomínio de ultra alto padrão reconhecido por reunir empresários, atletas e celebridades internacionais

Dono da Wise Up compra mansão de R$ 128 milhões nas Bahamas

O empresário Flávio Augusto, fundador da Wise Up e acionista da Wiser Educação, ampliou seu portfólio imobiliário internacional com a compra de uma residência avaliada em aproximadamente R$ 128 milhões nas Bahamas. O imóvel fica em Albany, condomínio de ultra alto padrão reconhecido por reunir empresários, atletas e celebridades internacionais.

Com cerca de 1.400 metros quadrados de área construída, a residência foi projetada pelo escritório sul-africano SAOTA, especializado em arquitetura residencial de luxo. O imóvel integra uma estratégia de longo prazo do empresário, que há 17 anos investe em propriedades de alto padrão fora do Brasil.

“Sempre enxerguei imóveis como parte de uma estratégia de construção de patrimônio de longo prazo. Procuramos investir em mercados sólidos, com oferta limitada e potencial de valorização, pensando menos no momento da compra e mais na qualidade do ativo ao longo dos anos”, afirma.

Segundo o empresário, a experiência de morar em diferentes países ajudou a moldar sua estratégia de investimento imobiliário. Ao longo das últimas três décadas, ele viveu em sete países: Brasil, Venezuela, Estados Unidos, Austrália, Espanha, Inglaterra e Portugal.

A primeira aquisição de uma residência de alto padrão no exterior ocorreu há 17 anos, na Flórida. Desde então, Flávio Augusto passou a buscar imóveis considerados raros, localizados em regiões com oferta limitada e alta demanda internacional.

“Os imóveis verdadeiramente excepcionais são ativos raros, localizados em regiões muito valorizadas e com oferta bastante limitada. Por isso, costumam atrair um público altamente qualificado e preservar seu valor e liquidez ao longo do tempo”, afirma.

Além da valorização potencial, o empresário destaca a diversificação patrimonial em moeda forte como um dos fatores que orientam suas decisões.

Atualmente, Flávio Augusto mantém ativos imobiliários no Brasil, Estados Unidos, Portugal e Bahamas. Na Flórida, adquiriu cinco mansões ao longo dos anos. Uma delas foi vendida em 2022 por US$ 35 milhões, transação que, segundo o empresário, foi a maior negociação residencial registrada na região da Flórida Central naquele período.

Por que Albany entrou no radar

A escolha pelas Bahamas segue uma lógica semelhante à dos investimentos anteriores. Segundo Flávio Augusto, o país combina proximidade com os Estados Unidos, segurança e infraestrutura voltada ao público de alta renda.

O empresário afirma que sua família passou a residir nas Bahamas e que a aquisição em Albany também está relacionada à qualidade de vida.

O condomínio reúne marina para megaiates, campo de golfe, complexo esportivo, restaurantes, escola internacional e aeroporto para aviões particulares próximo ao empreendimento.

Para Flávio Augusto, o diferencial do imóvel está na combinação entre localização, arquitetura e escassez.

“A combinação entre uma arquitetura única, um dos melhores terrenos do condomínio e a escassez de imóveis com essas características reforça o potencial de valorização no longo prazo”, afirma.

Imóveis internacionais viram estratégia de preservação patrimonial

A compra nas Bahamas faz parte de um movimento mais amplo entre investidores de alta renda: a busca por ativos imobiliários em mercados considerados estáveis e com exposição internacional.

Além da residência recém-adquirida, Flávio Augusto possui uma propriedade em Portugal que, segundo ele, teve valorização superior a 114% em euro desde a compra. O imóvel, onde morou por três anos, atualmente está alugado para um membro da família real saudita.

Na Flórida, o empresário também está concluindo uma nova residência, com entrega prevista para o fim de 2026.

A estratégia, segundo ele, não é baseada apenas em retorno financeiro, mas também em qualidade de vida.

“Essa foi uma decisão guiada pela qualidade de vida que esse investimento proporciona à minha família. No fim das contas, essa sempre foi a principal tese por trás da construção de todo o meu portfólio imobiliário”, afirma.

AutorLetícia Furlan
FonteExame
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