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Mundo
01/08/2026
2 min

Embaixadas dos EUA recomendam que americanos deixem o Oriente Médio

Instituições em sete países alertam para risco de cancelamento de voos e fechamento de espaço aéreo na região

Embaixadas dos EUA recomendam que americanos deixem o Oriente Médio

Os Estados Unidos elevaram o tom do alerta a seus cidadãos no Oriente Médio. Neste sábado, 1º, embaixadas americanas em Israel, Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Emirados Árabes e Bahrein publicaram um comunicado conjunto alertando para o risco de uma "escalada imprevista" do conflito na região e recomendando que os americanos considerem "seriamente" deixar o local.

"Devido ao aumento das tensões no Oriente Médio, a situação de segurança continua complexa e existe a possibilidade de uma escalada imprevista. Os cidadãos americanos que se encontram na região devem considerar a possibilidade de deixá-la ou estar preparados para fazê-lo caso ocorra uma escalada", diz o texto, publicado nas redes sociais e nos sites das embaixadas.

As instituições orientaram os cidadãos a se prepararem para possíveis cancelamentos de voos, fechamentos periódicos do espaço aéreo e interrupções nos deslocamentos.

O comunicado também lembra que prédios diplomáticos americanos, inclusive fora do Oriente Médio, já foram alvo de ataques no passado, e alerta que "o Irã e os grupos que o apoiam poderiam atacar outros interesses dos Estados Unidos no exterior ou em locais associados aos Estados Unidos e aos americanos em todo o mundo, incluindo empresas e outras instituições".

As embaixadas classificaram a situação regional como "instável" e descreveram o regime iraniano como "imprevisível", citando como exemplo "suas recentes decisões de atacar áreas da região sem aviso prévio, bem como de ampliar os ataques a áreas que não haviam sido alvo anteriormente".

Possível nova ofensiva contra o Irã

O alerta vem na sequência de informações da emissora CBS News, que citou fontes a par do assunto para afirmar, na sexta-feira, 31, que Estados Unidos e Israel estariam planejando novos bombardeios contra a infraestrutura energética do Irã, possivelmente já neste fim de semana.

A guerra começou em 28 de fevereiro, com ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel, e voltou a se intensificar nas últimas semanas após o rompimento da trégua firmada em junho — já são cinco meses de confronto.

*Com informações da EFE

AutorDa redação, com agências
FonteExame
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