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Sacre Investimentos
EconomiaFII
05/11/2026
2 min

Fundo imobiliário amplia contrato com banco e eleva receita mensal; IFIX volta a subir

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) assinou um novo contrato com o Braza Bank para ampliar o espaço alugado pela instituição financeira no Edifício Bravo! Paulista, em São Paulo, mostra fato relevante divulgado ao mercado. Segundo o documento, o acordo foi firmado no final de outubro e prevê a expansão de 215,33 metros […]

Fundo imobiliário amplia contrato com banco e eleva receita mensal; IFIX volta a subir

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) assinou um novo contrato com o Braza Bank para ampliar o espaço alugado pela instituição financeira no Edifício Bravo! Paulista, em São Paulo, mostra fato relevante divulgado ao mercado.

Segundo o documento, o acordo foi firmado no final de outubro e prevê a expansão de 215,33 metros quadrados (m²) no 5º andar do empreendimento. Com isso, a área ocupada pela inquilina passará de 143,67 m² para 359 m².

O contrato tem prazo de 60 meses, com vigência até 20 de outubro de 2031, e reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

De acordo com o fato relevante, as condições comerciais estão alinhadas às últimas transações realizadas na região e aos valores já praticados pelo próprio fundo em outros conjuntos do edifício.

Qual será o impacto da expansão no RCRB11?

A nova locação deve acrescentar aproximadamente R$ 0,01 por cota ao resultado mensal do RCRB11, considerando o recebimento dos aluguéis e a redução das despesas de vacância, após o encerramento dos períodos de concessões e carências. Com a expansão, a vacância física do portfólio do FII ficará zerada.

Em caso de rescisão antecipada, o Braza Bank deverá comunicar a intenção com pelo menos 180 dias de antecedência. Além disso, terá de arcar com os aluguéis e demais encargos durante o período, bem como multa.

Desempenho do IFIX

Ainda no mercado de fundos imobiliários, o IFIX, principal índice da classe na bolsa de valores (B3), encerrou a quarta-feira (4) aos 3.558,43 pontos, com alta de 0,94%.

Apesar disso, no acumulado de novembro, o indicador apresenta perdas de 2,42%, enquanto, em 2026, está com desvalorização de 5,74%.

Destaques do último pregão (4)

O HSLG11 liderou as altas, com valorização de 7,53%. Na sequência, o WHGR11 subiu 6,15%, seguido pelo GZIT11, que avançou 6,09%.

Ticker Variação Último
HSLG11 +7,53% R$ 72,73
WHGR11 +6,15% R$ 8,28
GZIT11 +6,09% R$ 32,42
CPSH11 +5,76% R$ 9,18
KFOF11 +5,57% R$ 74,09

O CACR11 liderou as quedas, com desvalorização de 6,19%. Na sequência, o TGAR11 recuou 3,83%, seguido pelo LIFE11, que caiu 3,65%.

Ticker Variação Último
CACR11 -6,19% R$ 11,97
TGAR11 -3,83% R$ 32,36
LIFE11 -3,65% R$ 6,59
VGHF11 -3,57% R$ 4,05
MANA11 -3,45% R$ 8,11
AutorIgor Grecco
FonteMoney Times
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