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Sacre Investimentos
EmpresasACS
06/08/2026
2 min

Hidrelétricas estão no topo da agenda de crescimento da Copel, diz CEO

Oportunidades relacionadas a ativos hidrelétricos estão no topo da agenda de alocação de capital e crescimento da Copel, disse o CEO da companhia, Daniel Slaviero, nesta quinta-feira. Em teleconferência sobre os resultados trimestrais, o executivo citou como exemplos as licitações de ampliação de capacidade de hidrelétricas, projetos de usinas hídricas reversíveis e eventuais relicitações de […]

Hidrelétricas estão no topo da agenda de crescimento da Copel, diz CEO

Oportunidades relacionadas a ativos hidrelétricos estão no topo da agenda de alocação de capital e crescimento da Copel, disse o CEO da companhia, Daniel Slaviero, nesta quinta-feira.

Em teleconferência sobre os resultados trimestrais, o executivo citou como exemplos as licitações de ampliação de capacidade de hidrelétricas, projetos de usinas hídricas reversíveis e eventuais relicitações de concessões hidrelétricas que estão vencendo nos próximos anos.

Segundo Slaviero, a Copel está defendendo que o governo federal abra novos processos competitivos para as concessões de hidrelétricas vincendas, em vez de prorrogá-las antecipadamente para os concessionários atuais mediante pagamento de bônus de outorga.

O governo contabiliza quase 20 GW de contratos de hidrelétricas que estão vencendo nos próximos anos, principalmente a partir de 2030, e discute eventuais aprimoramentos contratuais para que os empreendimentos tragam mais flexibilidade ao sistema elétrico nacional.

“Processos competitivos trazem mais benefícios para a União, para o poder concedente, e para o fiscal… Por isso temos defendido essa tese, a decisão final cabe, por óbvio, ao poder concedente”, disse o CEO.

“Em outros segmentos da economia, (rodovia) Fernão Dias, Régis Bittencourt, todas passaram por processo de repactuação, tiveram abertura para o mercado competitivo. Isso já está bastante consolidado como diretriz do TCU, a gente acha pouco provável que haja interpretação diferente para concessões do setor elétrico”, acrescentou.

Sobre oportunidades de eventuais fusões e aquisições (M&As, na sigla em inglês), ele afirmou que não há nada concreto na carteira da empresa ou em fase avançada de estudos no momento. “Não vimos nenhum ativo no mercado que valha aprofundamento da nossa parte”.

AutorReuters
FonteMoney Times
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