Ibovespa cai com pressão de Petrobras (PETR3;PETR4); 5 coisas para saber antes de investir hoje (29)
O Ibovespa (IBOV) começa o pregão desta terça-feira (29) em baixa, destoando do exterior, com a queda do petróleo pressionando a Petrobras (PETR3;PETR4), que tem peso relevante no índice. No radar, ficam o cenário eleitoral, com a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, além de dados do mercado de trabalho domésticos e dos EUA. Por volta de 10h19 (horário […]

O Ibovespa (IBOV) começa o pregão desta terça-feira (29) em baixa, destoando do exterior, com a queda do petróleo pressionando a Petrobras (PETR3;PETR4), que tem peso relevante no índice.
No radar, ficam o cenário eleitoral, com a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, além de dados do mercado de trabalho domésticos e dos EUA.
Por volta de 10h19 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em queda de 0,38%, aos 182.300,06 pontos.
Já o dólar à vista operava em baixa ante o real, na contramão desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda operava a R$ 5,2116 (-0,28%), enquanto o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,16%, aos 101.361 pontos.
5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (29)
1 – AtlasIntel/Bloomberg
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg para a eleição presidencial 2026 divulgada nesta terça-feira (29) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47,6% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47,7%, em um cenário de segundo turno entre ambos.
O petista caiu 0,1 ponto porcentual sobre os 47,7% do último levantamento, divulgado em 23 de setembro. O candidato do PL e filho de Jair Bolsonaro cresceu 0,3 ponto ante os 47,4% da última pesquisa.
Com isso, a vantagem numérica saiu de 0,3 ponto em favor de Lula para 0,1 ponto porcentual favorável a Flávio Bolsonaro, que voltou a liderar numericamente. Como a margem de erro é de 1 ponto porcentual, permanece o empate técnico entre ambos.
2 – Mercado de trabalho brasileiro
A taxa de desemprego no Brasil se manteve estável em relação à divulgação anterior em 5,3% no trimestre até agosto de 2026. Trata-se do menor patamar para o intervalo na série histórica iniciada em 2012.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice apresentou queda de 0,3 p.p frente ao trimestre terminado em maio (5,6%) e recuou 0,3 p.p. ante o igual trimestre de 2025 (5,6%).
3 – Governo central
O governo central registrou um déficit primário de R$ 13,585 bilhões em agosto, informou o Tesouro Nacional nesta terça-feira, após um superávit de R$ 10,769 bilhões em julho.
Economistas consultados pela Reuters esperavam que o dado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, fosse deficitário em R$ 14,400 bilhões no mês passado.
4 – Mercado de trabalho nos Estados Unidos
Às 11h (horário de Brasília), os investidores acompanham o dado do setor privado do mercado de trabalho dos Estados Unidos, o Jolts. O número antecede o payroll, que será divulgado na sexta-feira (2) e deve ser importante para os próximos passos da política monetária dos EUA.
Por ora, o mercado espera duas altas de 25 pontos-base na taxa de juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
5 – Petróleo acima de US$ 100
De acordo com relatos, os Estados Unidos e o Irã estão conversando separadamente com mediadores como parte de esforços renovados para pôr fim ao conflito, com mediadores regionais pressionando por negociações de cessar-fogo.
No entanto, as preocupações com a infraestrutura e o fluxo de energia no Oriente Médio seguem no radar, devido às tensões entre a Arábia Saudita e os houthis.
Por volta de 10h15 (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para novembro recuou 1,94%, a US$ 103,26 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do WTI para o mesmo mês tinha baixa de 2,31%, a US$ 94,29 o barril, no mesmo horário.
Receba gratuitamente as newsletters do Money Times
*Com informações de Reuters
