Ibovespa futuro engata nova queda e dólar sobe para nível acima de R$ 5,20 com Treasuries nas máximas
Nesta terça-feira (18), o Ibovespa futuro (INDFUT) caía 0,18%, aos 169.700 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília). O dólar à vista abriu com alta de 0,17%, a R$ 5,2102. Por aqui, o cenário corporativo segue no centro das atenções, com a descoberta de petróleo na Margem Equatorial, na Bacia da Foz do […]

Nesta terça-feira (18), o Ibovespa futuro (INDFUT) caía 0,18%, aos 169.700 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília). O dólar à vista abriu com alta de 0,17%, a R$ 5,2102.
Por aqui, o cenário corporativo segue no centro das atenções, com a descoberta de petróleo na Margem Equatorial, na Bacia da Foz do Amazonas, pela Petrobras(PETR4), e a recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3).
A corrida para a presidência da República também fica no radar, mas é o exterior que determina o ritmo: a falta de perspectiva de renovação de acordo entre Estados Unidos e Irã e novas ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump, elevam as tensões no Oriente Médio e o barril do petróleo Brent, referência para o mercado mundial, opera acima de US$ 91.
“A terça-feira começa contando uma única história através de personagens aparentemente desconexos: Trump, Ormuz, Fed, Treasuries, Casas Bahia, bancos, cartão de crédito e famílias brasileiras estão todos ligados pelo preço do dinheiro e pela qualidade das decisões tomadas quando ele parecia mais abundante”, avalia Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos.
Internacional
A escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã volta a pressionar os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries – considerados os ativos mais seguros do mundo. Em destaque, o Treasury para 30 anos atingiu 5,337%, no maior nível desde 2002.
Segundo o Departamento do Tesouro norte-americano, os principais detentores dos Treasuries — Reino Unido, China e Japão — vêm reduzindo as posições.
O movimento também foi visto em outros títulos públicos: o Bund alemão de 10 anos opera na máxima de 15 anos, enquanto o rendimento do título francês está no maior nível desde meados de 2008 e o título japonês de 10 anos subiu para 2,941%, na máxima de 40 anos.
