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EmpresasACS
10/09/2026
3 min

IRB (IRBR3) recebe aval da SUSEP para iniciar operações de novas seguradoras

O IRB (IRBR3) informou nesta quinta-feira (10) o recebimento da autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para o início das operações da IRB(Seg) Corporate Seguradora S.A. e da IRB(Seg) Vida e Previdência Seguradora S.A. Segundo a companhia, a autorização encerra a etapa regulatória necessária para que as novas seguradoras se tornem operacionais. O movimento, […]

IRB (IRBR3) recebe aval da SUSEP para iniciar operações de novas seguradoras

O IRB (IRBR3) informou nesta quinta-feira (10) o recebimento da autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para o início das operações da IRB(Seg) Corporate Seguradora S.A. e da IRB(Seg) Vida e Previdência Seguradora S.A.

Segundo a companhia, a autorização encerra a etapa regulatória necessária para que as novas seguradoras se tornem operacionais.

O movimento, de acordo com o comunicado, representa mais um passo na estratégia do grupo de diversificar e ampliar sua plataforma de negócios.

As novas companhias foram estruturadas para atuar nos segmentos de seguros de danos (P&C) e de pessoas (vida), ampliando a presença do IRB na cadeia de valor do setor securitário brasileiro. Ao mesmo tempo, a empresa reforçou que mantém o foco no seu negócio principal, o resseguro para cedentes no país.

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IRB tem vitória no Senado

O IRB ganhou um potencial catalisador com a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.540/2026 pelo Senado, que agora segue para sanção presidencial. O JP Morganespera aprovação do poder executivo e vê a resseguradora e outros nomes do setor com potencial para se beneficiar.

A aprovação promove três mudanças importantes para a indústria local de resseguros: a remoção do limite de 30% para utilização de ativos fiscais diferidos (DTA); redução da alíquota da CSLL de 15% para 9%, a partir de 2027; e remoção da alíquota adicional de 10 pontos percentuais do IRPJ, reduzindo-a de 25% para 15%, a partir de 2030.

“Em outras palavras, a alíquota de imposto corporativo poderia cair de 40% para 24%, enquanto a remoção do limite para consumo de DTA também seria altamente positiva, considerando o saldo existente de aproximadamente R$ 2 bilhões do IRB”, dizem os analistas do banco gringo.

Com isso, o banco estima um potencial ganho de aproximadamente 22% no valor presente líquido (VPL) para o IRB decorrente dessas mudanças.

Para os analistas, isso deve gerar um ciclo positivo para o IRB, tendo em vista que impostos menores devem impulsionar uma revisão para cima dos resultados contábeis de cerca de 7% em 2027 e o consumo mais rápido de DTA deve elevar a solvência e ampliar o espaço para um aumento na distribuição de proventos.

AutorLorena Matos
FonteMoney Times
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