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Sacre Investimentos
EmpresasACS
11/08/2026
2 min

Mais uma na onda: Direcional (DIRR3) aprova programa de recompra de ações; veja detalhes

A Direcional Engenharia (DIRR3) aprovou um novo programa de recompra de ações que poderá retirar de circulação até 32 milhões de papéis da companhia. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração em reunião realizada nesta terça-feira (11). As compras poderão ser realizadas durante um período de até 18 meses, a partir de 12 de […]

Mais uma na onda: Direcional (DIRR3) aprova programa de recompra de ações; veja detalhes

A Direcional Engenharia (DIRR3) aprovou um novo programa de recompra de ações que poderá retirar de circulação até 32 milhões de papéis da companhia. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração em reunião realizada nesta terça-feira (11).

As compras poderão ser realizadas durante um período de até 18 meses, a partir de 12 de agosto de 2026, diretamente na B3, sempre a preços de mercado. Segundo a companhia, o objetivo do programa é “maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente” da estrutura de capital.

Atualmente, a Direcional tem 327,2 milhões de ações em circulação e outras 496,2 mil ações mantidas em tesouraria. O limite de 32 milhões de papéis corresponde, portanto, a cerca de 9,8% das ações atualmente em circulação.

A companhia ressalta que eventual execução do programa não provocará mudanças na composição do controle acionário nem na estrutura administrativa da empresa.

A Direcional não informou, no fato relevante, um valor financeiro máximo para o programa nem indicou uma meta de execução das 32 milhões de ações autorizadas. Na prática, a quantidade efetivamente recomprada dependerá das operações realizadas pela companhia ao longo dos próximos 18 meses.

As ações adquiridas poderão permanecer em tesouraria ou receber outra destinação posteriormente, conforme as decisões da companhia e os limites estabelecidos pela regulamentação.

A recompra de ações tem sido usada por empresas listadas na B3 como uma ferramenta de alocação de capital e remuneração indireta dos acionistas, especialmente quando as companhias avaliam que seus papéis estão descontados ou que não há alternativas de investimento com retorno mais atrativo. O movimento aparece tanto entre empresas de maior porte quanto em companhias de outros setores.

Ao recomprar os papéis, a empresa pode reduzir a quantidade de ações em circulação e, consequentemente, aumentar a participação relativa dos acionistas remanescentes nos resultados. A estratégia também pode ser utilizada para administrar a estrutura de capital.

AutorMaria Carolina Abe
FonteMoney Times
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