‘O ajuste fiscal talvez não tenha que ser agressivo quanto o que se pensava antes’, diz analista
Além do petróleo, o trade eleitoral segue movimentando o Ibovespa nesta terça-feira (20). Um dos grandes fatores que domina as expectativas do mercado para as eleições de 2026 é o ajuste fiscal. Apesar de nenhum dos dois candidatos de fato terem apresentado propostas, o mercado entende que a possível eleição de Flávio Bolsonaro favoreceria o […]

Além do petróleo, o trade eleitoral segue movimentando o Ibovespa nesta terça-feira (20). Um dos grandes fatores que domina as expectativas do mercado para as eleições de 2026 é o ajuste fiscal.
Apesar de nenhum dos dois candidatos de fato terem apresentado propostas, o mercado entende que a possível eleição de Flávio Bolsonaro favoreceria o ajuste fiscal.
Porém, para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, o ajuste é inevitável mesmo no cenário em que Luiz Inácio Lula da Silva seja reeleito.
Expectativa de ajuste já faz parte do ajuste fiscal
Em entrevista ao Giro do Mercado, programa do Money Times no Youtube, o analista argumenta que “a expectativa de haver um ajuste já faz com que a necessidade de ajuste seja reduzida”.
“A queima de prêmio na curva de juros porque o mercado entende que haverá um ajuste fiscal já faz parte do ajuste fiscal”.
Na visão do estrategista, há a necessidade de apresentar o ajuste que o mercado está aguardando. No entanto, a proposta talvez não tenha que ser tão agressiva quanto o que se pensava antes.
Assista à entrevista na íntegra:
*Sob supervisão de Renan Dantas
