Pular para o conteúdo principal
Sacre Investimentos
ColunistasACSBDR
10/08/2026
4 min

O porquinho da reserva de emergência turbinado, resultados da Berkshire Hathaway, Embraer e Itaúsa: o que mexe com o mercado hoje

Conheça o investimento negociado na bolsa de valores que pode ajudar a impulsionar sua reserva com segurança

O porquinho da reserva de emergência turbinado, resultados da Berkshire Hathaway, Embraer e Itaúsa: o que mexe com o mercado hoje

O cofrinho em formato de porco existe há séculos. Uma das teorias para a origem do objeto vem de um trocadilho de palavras que remonta à Inglaterra medieval.

Na época, muitos artesãos mais simples usavam uma argila alaranjada chamada pygg em utensílios domésticos, inclusive recipientes para guardar moedas — os pygg banks. Em uma confusão linguística, um artesão criou um desses potes em formato de porco, que depois foi difundido.

Mas a associação entre esses animais e prosperidade existe em diversas culturas, da Alemanha à Ilha de Java, a mais populosa da Indonésia.

Entre os brasileiros, guardar dinheiro físico em casa ainda é um costume forte. Pode parecer insensatez, mas 3% da população brasileira ainda guarda dinheiro debaixo do colchão. A falta de confiança em instituições financeiras e o medo do confisco da poupança ainda conservam esse hábito entre uma parcela pequena dos brasileiros, mas que chega a milhões de pessoas.

Fazer a substituição para poupança seria o primeiro passo dentro do sistema bancário. O Tesouro Selic ou as "caixinhas" de bancos digitais, que investem em CDBs, são mais um degrau na educação financeira.

A facilidade do investimento, misturada ao baixo risco e à liquidez imediata, tornam esses produtos uma boa pedida quando se fala em reserva de emergência.

Mas há um outro ativo, criado por grandes bancos, que pode cumprir esse papel e ainda turbinar seu cofrinho. E, por incrível que pareça, ele é negociado na bolsa de valores.

A repórter Giovanna Figueredo conta tudo sobre esses investimentos nesta matéria aqui.

Esquenta dos mercados

Com a temporada de balanços internacional chegando na reta final, os holofotes se voltam para o conflito no Oriente Médio. Após o governo iraniano indicar que a reabertura do Estreito de Ormuz segue incerta, os preços do petróleo voltaram a avançar nesta manhã (10).

Apesar disso, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta segunda-feira em alta, com o Japão liderando os ganhos. Por lá, os principais índices pegaram carona no desempenho positivo de Wall Street no fim da semana passada.

Já na Europa, os mercados amanhecem sem uma direção única, em meio às incertezas com o conflito entre EUA e Irã. Em Wall Street, o clima é semelhante, com os futuros de Nova York caminhando em sentidos opostos hoje.

Com uma agenda mais esvaziada no exterior, os investidores reagem ao balanço da Berkshire Hathaway, holding de empresas e investimentos de Warren Buffett, que divulgou os números no sábado (8).

Por aqui, os holofotes se voltam para o Boletim Focus, a pesquisa de intenção de voto para presidente do BTG Pactual/Nexus, além dos resultados de grandes empresas no 2T26, como Itaúsa, Caixa Seguridade e Embraer.

Outros destaques do Seu Dinheiro

NÃO PERDE ESPAÇO NO ROTEIRO
O retorno do protagonista: como o ouro voltou a dominar a trama das finanças globais. O metal precioso fez aquele retorno triunfal na sexta-feira (6), roubando a cena com a maior valorização semanal desde janeiro, acumulando um avanço de 8,6% em cinco dias.

ENCRUZILHADA
O freio e o acelerador da IA: como não errar a mão na hora de investir. Para o UBS Wealth Management, a tese não perdeu a força, mas encontra-se em uma encruzilhada; saiba o que fazer agora.

ANOTE NA AGENDA
Luz sobre os investimentos: o que deve mexer com seu bolso na semana que começa agora. A dupla juros e inflação marcarão presença tanto por aqui como nos EUA, e podem dar pistas sobre a trajetória da política monetária até o final do ano.

DO SUPERMERCADO AO CELULAR
E-commerce bate recorde com faturamento de R$ 295,6 bilhões no Brasil — e os pequenos negócios estão roubando a cena. Faturamento do comércio eletrônico cresceu 429% em dez anos, enquanto participação de empresas do Simples Nacional nas vendas online saltou de 3,6% para 34%.

EMPREENDEDORISMO
TCC deu origem a empresa que faturou R$ 80,5 milhões em 2025 com alimentos congelados. Criada em 2012, a Cymco Alimentos investe em nova fábrica e expansão nacional para atingir R$ 100 milhões em 2026.

AutorKarin Salomão
FonteSeu Dinheiro
Distribuído por