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Sacre Investimentos
Economia
15/06/2026
2 min

Ozempic, Mounjaro, Sertralina: veja quais são os remédios mais buscados sem receita e por que você não deve fazer isso

Ozempic, Mounjaro, Sertralina: veja quais são os remédios mais buscados sem receita e por que você não deve fazer isso

As canetas emagrecedoras cresceram em popularidade para quem usa o medicamento, mas não necessariamente para fins de saúde. Por conta da necessidade de prescrição médica, você dificilmente vai conseguir adquirir os análagos de GLP-1 sem receita — ao menos, legalmente.

Nesse contexto, não é surpresa que Ozempic, Mounjaro e Sertralina estejam atualmente entre os remédios mais buscados sem receita. O levantamento foi realizado pela Olá Doutor, plataforma de consultas online via chat.

Os remédios mais buscados sem receita

Além dos medicamentos para emagrecimento, remédios relacionados à saúde mental também aparecem com destaque na lista. Confira o ranking completo abaixo:

Posição Medicamento Vol. total de buscas
1 Sibutramina sem receita 102.330
2 Mounjaro sem receita 81.460
3 Sertralina sem receita 47.330
4 Amoxicilina sem receita 37.870
5 Ozempic sem receita 36.160
6 Ritalina sem receita 19.990
7 Venvanse sem receita 18.650
8 Testosterona sem receita 14.370
9 Roacutan sem receita 9.340
10 Prosoy sem receita 8.800

Ranking baseado nas buscas online da população nos últimos 12 meses, realizado pela Olá, Doutor

Para Anderson Zilli, CEO do Olá Doutor, o alto volume das buscas online destaca como tal demanda passou a integrar a rotina de quem busca resultados estéticos e de performance sem avaliação profissional:

“Sibutramina, Ozempic e testosterona sintética são substâncias com indicações precisas e efeitos que exigem monitoramento contínuo”, alerta. “O caminho mais seguro é sempre procurar um profissional de saúde, que avaliará a necessidade do tratamento e possíveis efeitos adversos”.

Se tem placa, tem história

Se os medicamentos precisam de aval médico para serem comprados (e usados), há um motivo para isso.

Nesse contexto, a recomendação é sempre consultar um especialista — e não se automedicar:

“É importante passar por um especialista para que o mais precocemente possível essa avaliação seja feita e que se faça um tratamento adequado que, muitas vezes, não vai envolver o uso de medicações caríssimas. Além de gastar dinheiro à toa, pode fazer mal à saúde. É só prejuízo no final das contas”, disse a endocrinologista Maria Luisa Trabachin Gimenes, citada pelo jornal Gazeta Digital.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

AutorMaisa Leme
FonteMoney Times
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