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21/08/2026
2 min

Petrobras (PETR4) mira nova fronteira e negocia blocos de petróleo em Gana

A Petrobras (PETR4) anunciou, nesta sexta-feira (21), que iniciou negociações para contratos de blocos de exploração em Gana, na África. Em comunicado, a companhia indicou que o Ministério de Energia e Transição Verde de Gana aprovou a aplicação para a negociação. Os blocos exploratórios em acordo ficam localizados em áreas offshore da Bacia de Keta, […]

Petrobras (PETR4) mira nova fronteira e negocia blocos de petróleo em Gana

A Petrobras(PETR4) anunciou, nesta sexta-feira (21), que iniciou negociações para contratos de blocos de exploração em Gana, na África.

Em comunicado, a companhia indicou que o Ministério de Energia e Transição Verde de Gana aprovou a aplicação para a negociação. Os blocos exploratórios em acordo ficam localizados em áreas offshore da Bacia de Keta, na costa oeste da África.

Segundo a Petrobras, a iniciativa está alinhada à estratégia de “recomposição das reservas de óleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras” e faz parte do seu Plano de Negócios que planeja diversificar o portifólio exploratório da companhia no Brasil e no Exterior.

Na véspera (20), a companhia anunciou um contrato com o Porto do Açu, no Rio de Janeiro, para a operação regular de exportação de coque de petróleo — um subproduto do refino usado como combustível industrial e na indústria siderúrgica.

A previsão é de que sejam movimentadas até 600 mil toneladas de coque por ano, escoando a produção de quatro refinarias na região Sudeste: REGAP, em Betim (MG), REDUC, em Duque de Caxias (RJ), REPLAN, em Paulínia (SP) e REVAP, em São José dos Campos (SP).

Esse é o primeiro contrato entre as empresas para esse tipo de movimentação e contempla recebimento, armazenagem e exportação da carga pelo terminal, que possui 500 metros de cais operacional.

A primeira operação está prevista para o fim de agosto. O contrato é válido por um ano e prevê a possibilidade de renovação por mais cinco.

*Com informações do Estadão Conteúdo

AutorCecília de O. Freitas
FonteMoney Times
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