Petróleo tem 5ª alta consecutiva com ameaças de Trump ao Irã
Os preços do petróleo fecharam na quinta alta consecutiva nesta quinta-feira (20), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçar que os EUA irão implementar medidas econômicas “sem precedentes” contra o Irã. O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para outubro terminou o dia com avanço de 2,36%, a […]

Os preços do petróleo fecharam na quinta alta consecutiva nesta quinta-feira (20), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçar que os EUA irão implementar medidas econômicas “sem precedentes” contra o Irã.
O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para outubro terminou o dia com avanço de 2,36%, a US$ 93,78 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do petróleo West Texas Intermediate (WTI) também para outubro subiu 2,89%, a US$ 86,83 por barril.
O que movimentou o petróleo hoje?
Os preços da commodity foram impulsionados pelas ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump, de implementar sanções econômicas draconianas contra Teerã. Trump fez um alerta ainda que os países que ajudarem o Irã podem também ser alvo de medidas retaliatórias.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse nesta quinta-feira que o Irã terá as “sanções mais duras da história”, mas ponderou que dificilmente os ataques americanos serão retomados.
Já o Ministério das Relações Exteriores do Irã reiterou nesta quinta-feira que o país permanece firme e determinado a defender sua segurança e interesses nacionais, bem como em enfrentar os ataques e pressões militares, econômicas, políticas, ao condenar a intensificação das sanções dos EUA contra Teerã.
Para a Sucden Financial, a falta de conversas programadas entre Estados Unidos e Irã e a tensão persistente no Estreito de Ormuz sustentam um prêmio de risco no mercado de energia. “Isso limita o quanto os investidores conseguem retirar da precificação o risco de inflação”, avalia.
*Com informações de Estadão Conteúdo
