Polícia investiga dois jovens suspeitos de usarem robô para agressão sexual
Após as denúncias, os policiais localizaram o robô escondido no porta-malas de um veículo

RESUMO +
A polícia da Alemanha investiga dois jovens, de 16 e 19 anos, suspeitos de utilizarem um robô humanoide para cometer uma agressão sexual contra uma adolescente de 16 anos e transmitirem a cena ao vivo pelas redes sociais. O caso aconteceu na noite de sábado, na cidade de Colônia.
De acordo com as autoridades, a vítima estava acompanhada de duas amigas quando foi abordada por um robô com cerca de 1,2 metro de altura. Segundo o relato policial, o equipamento teria tocado as nádegas da adolescente e realizado movimentos considerados de conotação sexual.
A investigação aponta que o jovem de 16 anos seria o proprietário do robô, enquanto ele e o suspeito de 19 anos teriam gravado a ação, transmitido as imagens ao vivo nas redes sociais e comentado o episódio durante a exibição.
O que foi visto
Imagens que circulam no TikTok mostram um robô humanoide nas cores vermelha e dourada ao lado de dois homens. No vídeo, o dispositivo aparece se aproximando da adolescente, que reage gritando e se afastando do local.
Após as denúncias, os policiais localizaram o robô escondido no porta-malas de um veículo. O equipamento foi apreendido, assim como dois celulares pertencentes aos suspeitos.
Os dois jovens seguem sob investigação, enquanto as autoridades alemãs apuram as circunstâncias do caso e a possível responsabilidade criminal dos envolvidos.
Cão-robô completa maratona e supera tempo médio de corredores humanos
Um cão-robô desenvolvido por engenheiros sul-coreanos conseguiu completar os 42,2 quilômetros de uma maratona sem colisões ou superaquecimento. Batizado de RAIBO2, o equipamento terminou a prova com mais de um terço da bateria ainda disponível.
O robô participou da Maratona do Caqui Seco de Sangju, na Coreia do Sul, em 2024. Os detalhes do projeto e do desempenho durante o percurso foram publicados na última quarta-feira, 23, na revista científica Nature.
Além de testar a resistência da máquina em uma situação real, a prova permitiu avaliar soluções desenvolvidas para reduzir o consumo de energia de robôs com pernas, uma das principais limitações para seu uso em percursos longos.
Robô aprendeu a economizar energia
Parte do desempenho veio do treinamento realizado antes damaratona. Os pesquisadores recorreram ao aprendizado por reforço, técnica na qual determinadas ações recebem recompensas durante uma simulação computacional.
O sistema favorecia movimentos em que o RAIBO2 apoiava as patas suavemente no chão, sem escorregar ou superaquecer. Com o processo, os engenheiros buscaram desenvolver uma marcha mais estável e consistente, ao mesmo tempo que reduziam o desperdício de energia durante o deslocamento.
O treinamento também precisava preparar a máquina para condições encontradas fora do laboratório. O percurso da prova tinha curvas, desníveis e superfícies escorregadias, além da presença de corredores humanos.
Com informações da AFP
