Pular para o conteúdo principal
Sacre Investimentos
TecnologiaBDR
09/09/2026
3 min

Por que o iPhone 18 Pro ficou US$ 100 mais caro que a versão anterior?

Apple aumentou o preço dos dois modelos Pro nos Estados Unidos em relação à família Pro do iPhone 17; entenda o reajuste e o que ainda falta confirmar para o Brasil

Por que o iPhone 18 Pro ficou US$ 100 mais caro que a versão anterior?

Quem esperava escapar de um reajuste neste ano se decepcionou: a Apple confirmou, nesta quarta-feira, 9, que o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max chegam US$ 100 mais caros do que seus equivalentes da geração anterior nos Estados Unidos.

iPhone 18 Pro x iPhone 17 Pro: qual a diferença de preço

O iPhone 17 Pro havia sido lançado em 2025 a US$ 1.099 nos Estados Unidos. O iPhone 18 Pro chega a US$ 1.199 — uma alta de US$ 100, ou cerca de 9,1%.

iPhone 18 Pro e Pro Max são anunciados; veja as novidades e preços

iPhone 18 Pro Max x iPhone 17 Pro Max: qual a diferença de preço

O iPhone 17 Pro Max custava US$ 1.199 no lançamento do ano passado. O iPhone 18 Pro Max chega a US$ 1.299 — também uma alta de US$ 100, equivalente a cerca de 8,3%.

iPhone 18 Pro: smartphone da Apple chega US$ 100 mais caro que a versão anterior

Tabela comparativa: iPhone 17 Pro x iPhone 18 Pro (EUA)

Modelo Preço 2025 Preço 2026 Alta
Pro US$ 1.099 US$ 1.199 +9,1%
Pro Max US$ 1.199 US$ 1.299 +8,3%

E no Brasil?

No lançamento do ano passado, o iPhone 17 Pro custava R$ 11.499 no Brasil, e o iPhone 17 Pro Max, R$ 12.499.

A Apple ainda não confirmou os preços em reais para o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max — por isso, ainda não é possível calcular o reajuste exato no mercado brasileiro, que costuma seguir uma lógica de precificação própria, nem sempre equivalente à conversão direta do valor em dólar.

Por que os preços subiram: a Apple já havia avisado

O aumento não pegou o mercado totalmente de surpresa. A crise global de escassez de memória RAM e armazenamento flash — apelidada pela imprensa especializada de "RAMageddon" — já vinha pressionando o custo de componentes eletrônicos ao longo de 2026, provocada pela demanda crescente de data centers de inteligência artificial (IA) por esse tipo de chip.

A Apple já havia sinalizado o problema meses antes deste lançamento: em julho,a empresa reajustou o preço do MacBook Neo, seu notebook de entrada, de R$ 7.299 para R$ 8.499 no Brasil — alta de 16,4% no meio do ciclo de vida do mesmo produto, sem nenhuma mudança de hardware.

À época, a Apple reconheceu publicamente o motivo em comunicado oficial. "Nunca vimos um aumento no preço de componentes tão grande e tão rápido. Até agora conseguimos proteger nossos clientes desses aumentos, mas chegamos a um ponto em que precisamos começar a reajustar os preços de vários produtos."

AutorTamires Vitorio
FonteExame
Distribuído por