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Sacre Investimentos
EmpresasACS
04/06/2026
2 min

Privatização da Copasa (CSMG3): Aegea abandona processo e deixa área livre para Equatorial (EQTL3)

Privatização da Copasa (CSMG3): Aegea abandona processo e deixa área livre para Equatorial (EQTL3)

A Itaúsa (ITSA4) informou que a Livorno Participações — consórcio formado pelos acionistas de referência da Aegea, incluindo a própria Itaúsa, o fundo soberano de Cingapura GIC e a Equipav — decidiu não apresentar uma nova proposta para adquirir uma participação de 30% do capital da Copasa (CSMG3).

Em fato relevante, a holding afirmou que a decisão foi tomada após as alterações promovidas pela companhia mineira nas condições do processo de escolha do seu investidor de referência no âmbito da privatização.

As mudanças foram anunciadas pela Copasa no último dia 28 de maio e incluíram a definição de um preço mínimo de R$ 47,23 por ação para a sua oferta pública secundária.

De acordo com a Itaúsa, a desistência de participação está alinhada ao compromisso da empresa com a “disciplina na alocação de capital e com a geração de valor sustentável para acionistas, investidas e sociedade”.

  • CONFIRA A PROPOSTA INICIAL: Itaúsa (ITSA4), ao lado da Aegea, entra na disputa por uma fatia na Copasa (CSMG3); confira proposta

Equatorial à frente

Com a saída do Livorno Participações, a Equatorial (EQTL3) foi escolhida como a investidora de referência finalista da privatização.

Segundo a proposta apresentada pela companhia, o compromisso é investir R$ 49,03 por ação na alocação prioritária, o equivalente a aproximadamente R$ 5,59 bilhões considerando a totalidade dos papéis dessa etapa.

A Copasa informou também que a Equatorial manifestou interesse em uma eventual alocação adicional de até 48 milhões de ações remanescentes da oferta profissional. Com isso, o montante máximo potencial de investimento pode alcançar cerca de R$ 7,95 bilhões.

Pela estrutura da privatização, o investidor de referência ficará com até 30% do capital social da estatal mineira, enquanto cerca de 64,6% das ações permanecerão em circulação no mercado.

O Estado de Minas Gerais deverá manter uma participação residual de 5%, além da golden share, preservando prerrogativas específicas previstas na legislação e no estatuto social.

Nessa quarta-feira (3), as ações da Copasa avançaram 13,34% na bolsa de valores (B3), encerrando o pregão cotadas a R$ 60.

AutorMoney Times
FonteSeu Dinheiro
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