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29/07/2026
2 min

Santander (SANB11): Lucro tomba 17,6%, vai a R$ 3 bilhões no 2T26 e frustra expectativas; ROE cai para 12,5%

O Santander (SANB11) deu o pontapé inicial dos resultados dos bancões com lucro líquido gerencial de R$ 3 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 17% em relação ao mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (29). A cifra ficou abaixo do esperado pelo consenso reunido pela Bloomberg, que aguardava […]

Santander (SANB11): Lucro tomba 17,6%, vai a R$ 3 bilhões no 2T26 e frustra expectativas; ROE cai para 12,5%

O Santander (SANB11) deu o pontapé inicial dos resultados dos bancões com lucro líquido gerencial de R$ 3 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 17% em relação ao mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (29).

A cifra ficou abaixo do esperado pelo consenso reunido pela Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 3,4 bilhões.

Já o retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês), número olhado de perto por analistas, terminou o período em 12,5%, recuo de 3,8 ponto percentual relação ao mesmo período do ano passado e queda de 3,4% ponto percentual contra o trimestre.

Média da Bloomberg esperava ROE de 14,5%.

Dessa forma, o Santander fica ainda mais distante do número mágico de 20% esperado pelo mercado e pela própria administração, que possui a ambição de entregar a cifra até 2028.

Antes do balanço, os mercados já esperavam um resultado mais morno para o Santander, com analistas atentos à evolução do crédito, à qualidade dos ativos e ao custo do risco, enquanto as ações acumulavam queda de 17% no ano.

Inclusive, já havia um bom indicativo disso: o Grupo Santander Espanha divulgou seu resultado, com lucro líquido consolidado de R$ 3,6 bilhões para sua operação brasileira (queda de 3% no trimestre e alta de 3% no ano).

É o primeiro trimestre do banco sem Mário Leão, que renunciou ao cargo de CEO. Gilson Finkelsztain assumirá com o desafio de entregar ROE de 20%.

Desde que começou o seu processo de recuperação, após sequência de balanços negativos em 2023, o banco continua apontando seletiva e conservadora na originação, priorizando segmentos de melhor risco-retorno.

Mais informações em instantes

AutorRenan Dantas
FonteMoney Times
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