Trump pede fim de ajuda da China ao Irã e anuncia dois novos encontros com Xi Jinping até dezembro
Anúncio foi feito nas redes sociais de Trump, enquanto o presidente chinês encerrava sua visita de Estado a Washington

RESUMO +
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 25, que terá mais dois encontros com o presidente da China, Xi Jinping, em 2026: em novembro, na China, e em dezembro, durante a cúpula do G20, em Miami. Segundo o embaixador dos EUA na China, David Perdue, Trump também pediu a Xi que interrompesse qualquer assistência ao governo iraniano.
Opresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira, 25, que terá mais dois encontros com o presidente da China, Xi Jinping, ainda em 2026. Segundo Trump, as reuniões ocorrerão em novembro, na China, e em dezembro, durante a cúpula do G20, em Miami, na Flórida.
O anúncio foi feito nas redes sociais, enquanto o presidente chinês encerrava sua visita de Estado a Washington. Trump classificou o encontro desta semana como marcado por “amizade, força e sucesso” entre os dois países e disse esperar pela próxima reunião.
"Voltaremos a nos reunir em novembro, na China, e depois no G20 em dezembro, em Miami, na Flórida", anunciou Trump.
A relação entre Washington e Pequim também envolveu o Irã. O embaixador dos EUA na China, David Perdue, afirmou que Trump pediu a Xi que interrompesse qualquer tipo de assistência ao governo iraniano.
Segundo Perdue, os Estados Unidos já haviam comunicado à China, semanas antes, que qualquer ajuda ao Irã (direta ou indireta, incluindo inteligência, peças ou equipamentos militares) seria considerada “totalmente inaceitável”. O embaixador disse que Trump reforçou a mensagem durante o encontro de quinta-feira, 24.
“Vimos indícios de que eles nos ouviram. Eles recuaram em algumas medidas. Temos provas de que prestam atenção quando o presidente Trump fala sobre o Irã", disse à CNBC.
Perdue afirmou ainda que os EUA deixaram claro que a questão do Irã não está relacionada a Taiwan. De acordo com o embaixador, o governo de Trump identificou sinais de que Pequim levou a mensagem em consideração e recuou em algumas medidas.
