Turismo sustentável brasileiro é reconhecido internacionalmente

O turismo regenerativo brasileiro ganhou projeção internacional com a publicação do artigo “Regenerative tourism: Rio’s model for resilient destinations”, assinado por Paulo Gontijo, Diretor de Relações Institucionais, Compliance e Sustentabilidade do Grupo Iter, no blog oficial da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O reconhecimento foi dado ao trabalho executado pelo Parque Bondinho Pão de Açúcar, atração do Rio de Janeiro.
O que é a OCDE e qual a importância do reconhecimento?
A OCDE é um dos principais fóruns internacionais voltados ao desenvolvimento econômico, à cooperação global e à formulação de diretrizes para melhorar a qualidade de vida nos países membros.
Formada por mais de 38 nações, a organização reúne governos e especialistas para debater soluções voltadas ao crescimento sustentável, inovação e fortalecimento de políticas públicas.
O blog da entidade é uma plataforma que tem como objetivo compartilhar análises de referência relacionadas a políticas de Empreendedorismo, PMEs, Turismo, Regiões e Cidades.
Artigo aborda turismo como agente transformador
No artigo, Paulo Gontijo aborda como o turismo pode atuar como agente transformador dos territórios, promovendoregeneração ambiental, fortalecimento das comunidades locais e governança colaborativa.
Entre os exemplos citados está o trabalho realizado no entorno do Parque Bondinho, com iniciativas de reflorestamento, preservação da biodiversidade e desenvolvimento socioambiental em parceria com instituições públicas e privadas.
O texto destaca ainda os cerca de R$ 2 milhões investidos pelo parque e pelo Grupo Iter, holding que administra o atrativo, em ações de conservação de áreas verdes em que local está inserido entre 2014 e 2025, além do impacto social promovido pelo programa Educa Bondinho, que alcançou mais de 80 mil pessoas nos últimos dez anos por meio de atividades voltadas à educação e conscientização ambiental.
“O turismo regenerativo vai além da preservação. Ele busca deixar um legado positivo para os territórios, para as pessoas e para o meio ambiente. Ver esse debate sendo ampliado em um fórum como o da OCDE mostra que o Brasil tem experiências relevantes para compartilhar com o mundo”, conclui Paulo Gontijo, autor do texto.
