Veja as cidades onde os aluguéis comerciais mais valorizaram – e onde vale a pena investir

Em 2026, o mercado imobiliário comercial continua fortalecido em importantes centros urbanos do país. Além das capitais já consolidadas, cidades com economias diversificadas, avanço de serviços e da atividade turística também influenciam nos preços de venda e locação de imóveis de varejo.
O Rio de Janeiro (RJ), por exemplo, conta com pontos valorizados e disputados. É o caso do Leblon, que além de ser um bairro nobre, tem forte apelo comercial. A capital carioca aínda é foco de marcas consolidadas e comércios voltados para o turismo de luxo e serviços corporativos de ponta.
Já em São Paulo (SP), a cidade é conhecida pela intensa demanda por locações de negócios, portanto o valor do metro quadrado já está bem elevado em praças consolidadas, como Itaim Bibi e Pinheiros.
Essas duas cidades, entretanto, não figuram no topo do Índice FipeZAP. Conforme aponta a pesquisa, os preços de locação de salas e conjuntos comerciais subiram 0,55% em abril (referência dos dados mais recentes divulgados pela instituição), além de um aumento médio de 9,66% no intervalo de 12 meses.
Valorização do mercado comercial cria desafios e oportunidades para investidores
A pesquisa também acompanha a variação de preço nos maiores municípios brasileiros, registrando aquelas em que houve maior delta.
Do ponto de vista da alta de preços de venda, as três melhores cidades brasileiras para alugar estabelecimentos comerciais foram:
- Curitiba (+0,96%);
- Porto Alegre (+0,84%);
- Campinas (+0,78%).
Quanto à locação de espaços comerciais, os resultados por município foram:
- Salvador (+3,27%);
- Curitiba (+1,82%);
- Florianópolis (+0,98%).
Para investidores que buscam adquirir imóveis para investir, a alta dos preços pode representar um desafio. Porém, esse cenário também pode favorecer a valorização de fundos imobiliários (FIIs) – especialmente de renda urbana.
Alta nos aluguéis reforça o potencial dos fundos de renda urbana
Os FIIs de renda urbana têm o portfólio concentrado em ativos comerciais localizados em regiões estratégicas. Dessa forma, os investidores podem capturar a valorização dos ativos e o aumento dos aluguéis, sem exigir o desembolso de um valor alto para a aquisição direta de um imóvel.
Em cidades com forte valorização dos aluguéis, como Curitiba (PR), que se destacou entre as maiores altas do levantamento do FIPE Zap, comprar os imóveis comerciais individualmente pode ser um compromisso financeiro significativo.
Por isso, os fundos de renda urbana são uma alternativa mais acessível, que permite que o investidor aloque parte do seu patrimônio na categoria de imóveis. Além disso, eles podem oferecer vantagens como diversificação, maior liquidez e menor necessidade de capital inicial.
Tomando como exemplo a cidade de Curitiba, existem fundos de renda urbana com participação em ativos como supermercados, agências bancárias e farmácias. Três deles, em específico, estão inclusive citados no novo e-book “Raio-X da Renda Urbana”.
- Veja mais: Como funciona o mercado de renda urbana? Qual a diferença entre ele e outros segmentos de FIIs? Em quase FIIs investir nesse setor? Confira em relatório gratuito.
No documento, disponibilizado pela equipe do Seu Dinheiro, o investidor pode se aprofundar nas oportunidades que esses ativos oferecem e entender mais sobre:
- Características dos fundos de renda urbana;
- Vantagens e desafios do segmento;
- A diferença entre esta classe e outros FIIs;
- Fatores de atenção na análise dos fundos;
- Três FIIs do segmento com relevância na bolsa brasileira.
O “Raio-X da Renda Urbana” pode ser acessado de forma gratuita clicando no botão abaixo:
QUERO LER O RAIO-X DA RENDA URBANA
Disclaimer: Investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. Certifique-se dos riscos e se o investimento faz sentido para o seu perfil antes de investir. Não há garantia de retorno. Retornos passados não garantem retornos futuros.
