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16/09/2026
2 min

Wall Street opera sem direção única à espera do Fed

Os principais índices de Wall Street operam sem direção única, em meio à expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e à alta recente dos rendimentos dos Treasuries, os títulos do governo norte-americano. Confira o desempenho dos índices, por volta das 11h33 (horário de Brasília): O que […]

Wall Street opera sem direção única à espera do Fed

Os principais índices de Wall Street operam sem direção única, em meio à expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e à alta recente dos rendimentos dos Treasuries, os títulos do governo norte-americano.

Confira o desempenho dos índices, por volta das 11h33 (horário de Brasília):

  • Dow Jones: -0,31%, aos 51.933,67 pontos;
  • S&P 500: +0,20%, aos 7.601,15 pontos;
  • Nasdaq: +0,60%, aos 26.138,157 pontos.

O que mexe com Wall Street hoje?

Entre os fatores que mexem com o mercado, investidores acompanham a possibilidade de o Fed voltar a elevar os juros em 25 pontos-base. Juros mais altos tendem a pressionar ações de crescimento, especialmente as de tecnologia.

Pela ferramenta Fed Watch, do CME Group, a expectativa de alta nos juros na decisão de hoje está em 92,7%. O foco, porém, deve ficar no tom do comunicado e nas falas posteriores do presidente do BC norta-americano, Kevin Warsh.

Além disso, os Treasuries seguem no radar após o rendimento do título de 10 anos dos EUA ter atingido o maior nível desde 2007 na véspera, a 5.041%. Nesta manhã, por ora, os títulos operam com viés de baixa, acompanhando o recuo do petróleo.

No noticiário corporativo, o setor de chips chama atenção, com a alta de ações ligadas a semicondutores de smartphones, como Skyworks, Qorvo e Qualcomm, enquanto o mercado também acompanha a busca por alternativas à Nvidia em meio ao debate sobreinteligência artificial (IA).

Já no campo de tecnologia e inteligência artificial, a possível abertura de capital da japonesa Kioxia, em uma oferta de cerca de US$ 10 bilhões nos Estados Unidos, reforça o interesse por memória ligada ao avanço da IA.

AutorAnna Scabello
FonteMoney Times
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