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MercadosBDR
17/08/2026
2 min

Wall Street recua com pressão do petróleo e escalada das tensões entre EUA-Irã

Os índices de Wall Street terminaram o pregão desta sexta-feira (17) com barril do petróleo acima do US$ 90 e forte avanço dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. Confira o fechamento dos índices: Durante a sessão, os rendimentos (yield) do Treasury de 30 anos atingiu 5,316%, no maior nível desde 2007. Escalada […]

Wall Street recua com pressão do petróleo e escalada das tensões entre EUA-Irã

Os índices de Wall Street terminaram o pregão desta sexta-feira (17) com barril do petróleo acima do US$ 90 e forte avanço dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,51%, aos 53.459,84 pontos;
  • S&P 500: -0,52%, aos 7.745,07 pontos;
  • Nasdaq: -0,32%, aos 26.644,911 pontos.

Durante a sessão, os rendimentos (yield) do Treasury de 30 anos atingiu 5,316%, no maior nível desde 2007.

Escalada das tensões no Oriente Médio

O cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã expirou nesta segunda-feira. O fim do memorando foi marcado por novas declarações dos dois países, que reforçaram o impasse nas negociações para um acordo definitivo para a reabertura do Esteito de Ormuz.

Mais cedo, Teerã reiterou que chegou a um acordo com Omã para trânsito na via marítima. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, disse que “foi alcançado um entendimento sobre o mapa da rota de trânsito”, sem dar maiores detalhes.

Do outro lado, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou bombardear Omã caso o país “se intrometa” nos planos de Washington para Ormuz.

Em reação, os preços do petróleo fecharam em alta de mais de 2%, com o barril do Brent acima de US$ 90 – e reacedendo o temor de novos choques nos preços de energia.

O mercado ainda ficou à espera da ata da última decisão do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). O documento deve ser divulgado na próxima quarta-feira (19).

Na última decisão, em julho,o Fed manteve os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano pela quinta vez consecutiva,mas com a maior dissidência entre os diretores em uma década.

AutorLiliane de Lima
FonteMoney Times
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