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Sacre Investimentos
MercadosBDR
13/10/2026
3 min

Wall Street tem tom misto com balanços de bancos e alívio nos preços de petróleo

Os índices de Wall Street operam sem direção única nos primeiros minutos desta terça-feira (13), com investidores repercutindo balanços corporativos, alívio nos preços do petróleo e expectativa por novos dados macroeconômicos. Confira o desempenho dos índices após a abertura das negociações: Temporada de balanços A temporada de balanços do terceiro trimestre começou oficialmente e, tradicionalmente, […]

Wall Street tem tom misto com balanços de bancos e alívio nos preços de petróleo

Os índices de Wall Street operam sem direção única nos primeiros minutos desta terça-feira (13), com investidores repercutindo balanços corporativos, alívio nos preços do petróleo e expectativa por novos dados macroeconômicos.

Confira o desempenho dos índices após a abertura das negociações:

  • Dow Jones: +0,38%, aos 52.049,20 pontos;
  • S&P 500: +0,03%, aos 7.809,14 pontos;
  • Nasdaq: -0,05%, aos 27.232,899 pontos.

Temporada de balanços

A temporada de balanços do terceiro trimestre começou oficialmente e, tradicionalmente, os primeiros resultados divulgados foram os dos bancos.

Em destaque, o JPMorgan Chase registrou lucro líquido de US$ 15,3 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro por ação diluído foi de US$ 5,57, ante US$ 5,07 um ano antes, mas ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, de US$ 5,93 por ação.

O Wells Fargo teve lucro líquido de US$ 5,95 bilhões no terceiro trimestre de 2026, acima dos US$ 5,58 bilhões de igual período do ano passado. O lucro diluído por ação do banco norte-americano ficou em US$ 1,87, superando marginalmente a previsão de analistas compilados pela FactSet, de US$ 1,85.

Já o Goldman Sachs registrou lucro líquido de US$ 5,294 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 29% ante os US$ 4,098 bilhões de igual período do ano passado. O lucro diluído por ação avançou a US$ 17,01, bem maior do que o previsto por analistas consultados pela FactSet, de US$ 12,90.

Os analistas esperam, em média, que os lucros das empresas do S&P 500 cresçam quase 30% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a FactSet.

Petróleo em queda

Os preços do petróleo recuam e aliviam as preocupações sobre novos choques inflacionários, com a perspectiva de ampliação da oferta de petróleo russo, ainda que as tensões no Oriente Médio tenham aumentado nos últimos dias.

Na sexta-feira (9), o presidente Donald Trump afirmou que o mandatário russo Vladimir Putin concordou em fornecer diesel tanto para os mercados dos EUA quanto para os mercados globais.

Segundo Trump, a Rússia vai fornecer imediatamente mais de 300 mil toneladas de diesel ao mercado norte-americano e global.

Além disso, o país de Putin deve entregar 3 milhões de toneladas de diesel em um curto período, dependendo da capacidade de suas refinarias, e deve fornecer imediatamente outras 500 mil toneladas em novembro e 1 milhão de toneladas em logo seguida.

Hoje, por volta de 10h45 (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para dezembro caía 1,18%, a US$ 105,35 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do WTI para novembro tinha queda de 0,76%, a US$ 93,01 o barril, no mesmo horário.

Em reação, os rendimentos dos títulos soberanos dos Estados Unidos operam em queda, com alívio no petróleo, mas os yields de longo prazo ainda seguem acima de 5%.

*Com informações de Reuters

AutorLiliane de Lima
FonteMoney Times
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