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NEUTROAUAU3
Setor GeralPreço Atual
Preço Alvo
Potencial
A Petz Cobasi entregou 2T26 de crescimento consistente, ainda que ligeiramente abaixo das estimativas: receita bruta consolidada subiu 7,8% a/a, para R$2,1 bi, lucro bruto avançou 8,1%, para R$836 mi, com margem bruta de 47,3%, e o EBITDA ajustado ex-IFRS 16 cresceu 11%, para R$187 mi, com margem de 10,6%, cerca de 2,5% abaixo do esperado; o lucro líquido ajustado ex-IFRS 16 foi de R$70 mi, alta de 8,4%, pressionado por impostos maiores. O trimestre mostrou execução equilibrada entre canais, com vendas físicas +7,4%, digitais +9,2%, SSS de 7,1% e penetração digital de 40,6%, enquanto serviços e outras receitas cresceram 29%, apoiados por procedimentos veterinários mais complexos e pela expansão de Seres Saúde e Pet Anjo. Em mix, marcas próprias ganharam espaço, chegando a 14,4% na Petz e 9,5% na Cobasi. Do lado de custos, as despesas operacionais somaram R$650 mi, alta de 7,3%, com diluição de 20 bps sobre a receita líquida. A geração de caixa operacional foi um dos principais destaques, em R$213 mi, alta de 27%, elevando a posição líquida de caixa em R$128 mi no trimestre, para R$286 mi. A principal âncora para os próximos trimestres é a captura de sinergias da integração, que deve aparecer de forma mais tangível na DRE a partir do 3T26, via renegociação comercial, integração de marcas próprias, revisão de despesas indiretas e racionalização da malha; quatro lojas de menor rentabilidade já foram fechadas até julho, com parte relevante das vendas redirecionada para unidades próximas. Em um varejo ainda pressionado por juros altos, endividamento das famílias e consumo seletivo, a companhia combina crescimento de volume, avanço de serviços e balanço líquido de caixa, mas a execução da integração segue como principal variável. Em valuation, o material cita preço-alvo de R$5,0.
