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Sacre Investimentos
B3SA3

B3SA3

NEUTRO

B3 S.A. - BRASIL. BOLSA. BALCÃO

Finance

Preço Atual

R$ 22,33

Preço Alvo

R$ 19,00

Potencial

-13.36%
Última análise: 14/10/2026
Performance
Resumo Executivo

No 2T26, a B3 reportou EBITDA ajustado de R$ 1,94 bi, com margem de 70,1%, queda de 6% t/t e alta de 6% a/a, enquanto a receita líquida somou R$ 2,77 bi, 1% abaixo do esperado; o lucro líquido de R$ 1,70 bi ficou inflado por itens não recorrentes, e o recorrente, em R$ 1,38 bi, veio ~4% abaixo da estimativa. Na prévia do 3T26, os dados operacionais indicaram trimestre ligeiramente melhor que o esperado, com receita líquida ~2% acima da estimativa da casa e em linha com o consenso: o ADTV de ações ficou em R$ 28,6 bi, 6% acima da projeção e 26% maior a/a, embora 13% abaixo do 2T26, enquanto o ADV de derivativos listados atingiu 6,2 mi de contratos, 2% abaixo do previsto, com alta de 11% a/a. Em setembro, o ADTV de ações avançou para R$ 33,4 bi, +46% a/a e +10% m/m, o ADV de índices subiu 22% a/a e 11% m/m, e derivativos ex-índices chegaram a 7,8 mi de contratos, +26% a/a e +25% m/m, puxados por juros em reais; a receita média diária de derivativos foi de R$ 10 mi. O OTC também veio mais forte, com registro e custódia ~4% acima do esperado, enquanto negócios recorrentes seguiram resilientes no 2T26, com alta de 17% a/a. No início de outubro, o ADTV do mercado à vista se aproximou de R$ 60 bi, quase o dobro dos R$ 32,4 bi embutidos nas estimativas de 2027; na sensibilidade divulgada, ADTV de R$ 58,4–64,9 bi elevaria o lucro líquido de 2027 em ~20–25%. A agenda estratégica segue focada em simplificação, tecnologia e produtos, sem aumento de gastos, enquanto a tese continua dependente de execução e de um ambiente macro mais favorável ao mercado de capitais. Com gate de valuation nas análises, o material cita P/L de 2027 em 17,5x, que cairia para 13,8x no cenário de ADTV dobrando, e preço-alvo de R$ 19, com potencial para R$ 24 nessa sensibilidade. Para investidores, recomenda-se acompanhar a sustentação do volume após a aceleração de outubro, a modernização tecnológica e o efeito da queda dos juros longos sobre atividade e reprecificação do setor.