
BBDC4
NEUTROBCO BRADESCO S.A.
FinancePreço Atual
Preço Alvo
Potencial
O Bradesco reportou 2T26 em linha, com lucro líquido ajustado de R$7,05 bi, +3,5% t/t e +16,2% a/a, e ROE de 16,2%, +0,4 p.p. t/t. A margem financeira com clientes somou R$20,2 bi, +4% t/t e +14% a/a, com NIM estável em 9%, enquanto o NII total cresceu 4% t/t e 15,7% a/a. A carteira expandida avançou 4% t/t e 12% a/a, para R$1,14 tri, acima do guidance de 8,5%–10,5%, puxada por linhas garantidas, que já representam 61% da carteira. Em qualidade de ativos, a inadimplência acima de 90 dias subiu para 4,3%, com estágio 2 em 5,5% e estágio 3 em 7,2%; o custo de risco ficou estável em 3,5% e a cobertura caiu para 152%. As receitas com tarifas foram de R$10,5 bi, +1% t/t e +2% a/a, seguros entregou R$6,1 bi, com lucro de R$2,9 bi e ROE de 23%, e as despesas sem juros somaram R$18,7 bi, +1% t/t, levando o índice de eficiência a 48,4%. Em capital, o banco anunciou aumento de até R$10 bi, com compromisso dos controladores de subscrever até R$8 bi, praticamente assegurando a operação; a emissão pode chegar a 604,9 mi de ações, com preços de R$15,43 por ON e R$17,64 por PN, e diluição máxima de ~3,4% para quem não acompanhar. A operação deve adicionar ~90 bps ao CET1 sobre base proforma de ~12,7% e reforçar o patrimônio tangível, estimado entre R$28 bi e R$32,9 bi nos materiais recentes. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução da inadimplência e da cobertura, além da capacidade de o reforço de capital sustentar crescimento com melhora do patrimônio tangível.
