Pular para o conteúdo principal
Sacre Investimentos
CMIN3

CMIN3

NEUTRO

CSN Mineração

Mineração & Siderurgia

Preço Atual

R$ 5,48

Preço Alvo

R$ 6,50

Potencial

18.61%
Última análise: 07/07/2026
Performance
Resumo Executivo

O setor de commodities mostra-se resiliente em preços, mas pressionado por volumes sazonais e inflação de custos. O minério de ferro mantém-se acima de US$100/t (benchmark 61% Fe negociando >US$110/t), com projeções revisadas para ~US$102/t em 2026 e US$95/t em 2027, enquanto a inflação de fretes e diesel tem adicionado cerca de US$9–12/t ao custo marginal, elevando o piso de preços. A demanda chinesa surpreende pela resiliência (utilização de altos-fornos ~90%), apesar da fraqueza do setor imobiliário; grandes novos projetos como Simandou devem ter impacto limitado no curto prazo. No segmento doméstico, siderúrgicas se destacam: Gerdau é vista como opção defensiva, beneficiada por alta de preços do aço (até +15% t/t no México) e margens robustas nas operações norte-americanas (>24% no 1T). Entre os grandes players, a Vale é favorecida pela dinâmica do minério, mas produtoras como CSN e CMIN enfrentam desafios. A CSN apresenta alavancagem relevante (dívida líquida/EBITDA ~3,36x), EBITDA ajustado de R$2,64 bilhões e consumo de caixa livre superior a R$1 bilhão, tornando críticas eventuais vendas de ativos e desalavancagem. A CMIN reportou EBITDA de R$1,4 bilhão, embarques de 9,5 Mt e custo caixa de US$23,1/t; fretes já subiram para ~US$35,5/t na rota Tubarão–Qingdao (vs US$24,8/t), pressionando margens futuras. Riscos centrais incluem volatilidade de preços, pressão de fretes e combustíveis, apreciação cambial e execução em desalavancagem. Investidores devem monitorar evolução de fretes e câmbio, divulgação de desalavancagem e monetização de ativos, exposição a custos logísticos e capacidade de repassar inflação de custos aos preços.

CSN Mineração (CMIN3) | Portal Sacre | Portal Sacre