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Sacre Investimentos
CPLE3

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COMPRA

CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL

Utilities

Preço Atual

R$ 17,45

Preço Alvo

R$ 18,00

Potencial

4.53%
Última análise: 09/09/2026
Performance
Resumo Executivo

A Copel reportou no 2T26 EBITDA ajustado de R$1,61 bi, em linha e 21% acima do 2T25, com destaque para Distribuição, cujo EBITDA somou R$766 mi, 5% acima da estimativa e 34,5% maior a/a, apoiado por volume distribuído de +7,3%, perdas em 7,7%, abaixo do limite regulatório de 8,6%, melhora de qualidade e PMSO recorrente estável. Em Geração, Transmissão e Comercialização, o EBITDA ajustado foi de R$860 mi, 5% abaixo da projeção, ainda com alta de 10% a/a, pressionado por curtailment de 23,7%, acima de 15,7% um ano antes. Na prévia operacional do 2T26, os volumes faturados cresceram 7,2% a/a, ajustados pela geração distribuída, com avanço em residencial, comercial e rural, enquanto o volume total de energia vendida caiu 1,1% a/a. No consolidado, as despesas financeiras líquidas ficaram em R$369 mi, abaixo da estimativa de R$551 mi, beneficiadas por ganho de R$284 mi ligado ao acordo da UBP Elejor, e a equivalência patrimonial somou R$70 mi; com isso, o lucro líquido atingiu R$1,05 bi, versus projeção de R$452 mi, e o lucro ajustado ficou em R$645 mi. A alavancagem encerrou o trimestre em 2,9x Dívida Líquida/EBITDA. A companhia também revisou a política de dividendos, elevando a alavancagem-alvo para 2,9x, com faixa de 2,6x–3,2x, e estendeu para 48 meses, até dezembro de 2030, o prazo de retorno ao nível-alvo, ampliando a flexibilidade para sustentar investimentos em Segredo e Foz do Areia. As projeções citadas indicam dividendos de R$3,4 bi em 2026 e R$3,1 bi em 2027, equivalentes a DY de 7,5% e 6,9%. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução em distribuição, a evolução do curtailment e a trajetória de alavancagem durante o ciclo de expansão.