
DASA3
NEUTRODasa
SaúdePreço Atual
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Potencial
A Dasa (DASA3) mostrou sinais de recuperação operacional dentro de um setor de saúde com tendências divergentes: a receita consolidada avançou para cerca de R$2,2 bilhões, com a divisão de Diagnósticos destacando-se (R$2,0 bilhões, +16% a/a; volumes +15% e margem bruta de 38,7%), enquanto o segmento de Hospitais e Oncologia ex-JV exibiu melhora de margem para 31,4%. O EBITDA excluindo equivalência patrimonial alcançou R$554 milhões (margem de 24,9%), passando a R$573 milhões incluindo participação na Rede Américas, que reportou R$3,1 bilhões em receita e EBITDA de R$438 milhões (margem de 14,2%), com taxa de ocupação em 80,8% e ticket médio de R$12,3 mil. Apesar da evolução operacional, o lucro líquido ficou fraco (R$9 milhões), pressionado por maior depreciação/amortização e despesas financeiras; geração de caixa operacional melhorou (fluxo pós-arrendamento e capex positivo em R$5 milhões), mas o fluxo para acionistas permaneceu negativo (≈-R$149 milhões). Dívida líquida gira em torno de R$5,5 bilhões, com alavancagem entre 2,5x–2,9x, abaixo do covenant de 4x. Resultados anteriores haviam sido impactados por itens não recorrentes e pela contabilização da JV, evidenciando volatilidade. No âmbito setorial, temas regulatórios, judicialização, avanço de GLP‑1 e adoção de IA moldam oportunidades e riscos, beneficiando players com escala e execução. Riscos-chave incluem execução da reestruturação/JV, alavancagem, custos financeiros e efeitos de itens não recorrentes. Investidores devem monitorar evolução consistente de geração de caixa, desalavancagem, sustentabilidade das margens da Rede Américas e a manutenção do crescimento orgânico em Diagnósticos frente às mudanças regulatórias e tecnológicas do setor.
