
DASA3
NEUTRODIAGNOSTICOS DA AMERICA S.A.
Health ServicesPreço Atual
Preço Alvo
Potencial
No 2T26, a Dasa entregou receita líquida proforma de R$2,2 bi, alta de 8% a/a, com EBITDA de R$446 mi incluindo equivalência patrimonial, praticamente em linha com a estimativa, mas com margem de 20% e queda de 570 bps t/t; o prejuízo líquido caiu para R$35 mi. Em Diagnósticos, a receita avançou 9% a/a, para R$2,0 bi, puxada por volume de exames de 10%, com B2B em alta de 13% e B2C de 5%, enquanto a margem bruta recuou 160 bps, para 33,2%, por mix. Em Hospitais e Oncologia ex-JV, a receita ficou estável em R$190 mi, com margem bruta de 32,0%. Na Rede Américas, a receita somou R$3,2 bi, alta de 12% a/a e 4% t/t, com EBITDA de R$441 mi, avanço de 39% a/a, e margem de 13,7%, 260 bps acima de um ano antes, embora 50 bps abaixo do trimestre anterior. Na geração de caixa, o fluxo de caixa livre após leasing e capex melhorou para R$292 mi, ante -R$18 mi no 2T25, mas, após R$341 mi em juros pagos em caixa, o FCFE permaneceu negativo em ~R$49 mi; a dívida líquida ficou em R$5,5 bi e a alavancagem do covenant subiu para 3,39x, ainda abaixo do limite de 4,0x. A administração mantém a estratégia de desalavancagem, eficiência operacional e gestão ativa do portfólio, com ~R$2 bi em desinvestimentos já concluídos e meta de reduzir a alavancagem em pelo menos 1,0x ao longo de 2026, apoiada mais por crescimento de EBITDA do que por novas vendas de ativos. Na Rede Américas, a companhia aponta captura de sinergias, integração de sistemas e ganhos de escala como vetores de expansão, com ocupação em ~90% dos leitos, meta de ao menos 95%, capex de R$166 mi nos últimos 12 meses e potencial de adicionar 600–700 leitos via brownfield sem necessidade prevista de novos aportes. O valuation citado no material aponta preço-alvo de R$2,5. Para investidores, recomenda-se acompanhar a conversão da melhora operacional em geração de caixa e redução consistente da alavancagem.
