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A Dasa mostra sinais de recuperação operacional dentro de um setor de saúde que apresenta tendências divergentes: a companhia reportou receita líquida de R$2,2 bilhões e um EBITDA (ex-equivalência) de R$554 milhões, com margem de 24,9%, superando estimativas; o resultado consolidado via equivalência elevou o EBITDA para R$573 milhões e o lucro líquido ficou em R$9 milhões. A geração de caixa operacional melhorou (fluxo após arrendamento e capex positivo em R$5 milhões), mas o fluxo para o acionista segue negativo em R$149 milhões; a dívida líquida é de R$5,5 bilhões, com alavancagem em 2,88x. A administração tem avançado em desalavancagem (cerca de R$2 bilhões em desinvestimentos já realizados e meta de redução de ~1,0x dívida/EBITDA), disciplina de capex e foco em eficiência. A joint venture Rede Américas contribui com receita de R$3,1 bilhões e EBITDA de R$438 milhões (margem 14,2%), ocupação em ~81% e tíquete médio de R$12,3 mil, com sinergias e planos para elevar utilização de leitos e expandir brownfields sem necessidade de novos aportes acionários. No âmbito setorial há crescimento de beneficiários, melhora t/t da sinistralidade, pressão regulatória (ANS, judicialização) e inovações como GLP‑1 e IA que redesenham dinâmica de custos e oferta. Principais riscos: juros elevados que retardam desalavancagem, despesas financeiras altas, complexidade de integração e exposição regulatória. Recomenda-se aos investidores acompanhar evolução da geração de caixa, redução de alavancagem, execução das sinergias da Rede Américas, tendências de margem e desdobramentos regulatórios e de inovação (GLP‑1, IA).
