Pular para o conteúdo principal
Sacre Investimentos
DEXP3

DEXP3

COMPRA

Dexxos

Petróleo & Gás

Preço Atual

R$ 7,11

Preço Alvo

R$ 12,00

Potencial

68.78%
Última análise: 11/05/2026
Performance
Resumo Executivo

A Dexxos apresentou resultado operacional resiliente: apesar de volumes pressionados nas duas divisões, a companhia entregou forte geração de caixa e expansão de margens que compensaram a menor atividade. No consolidado, o EBITDA ajustado foi de R$58,5 milhões (queda anual, mas +62% na comparação trimestral) e o lucro líquido ajustado somou R$51,3 milhões (+132% t/t). A geração de FCFE aproximou-se de R$37,6 milhões, impulsionada por liberação de cerca de R$25 milhões em capital de giro, e a posição de caixa líquido ficou em R$32,7 milhões, refletindo alavancagem negativa de -0,2x Dívida Líquida/EBITDA — confere flexibilidade para distribuição de recursos, investimentos e potenciais aquisições. Na GPC Química, volumes totalizaram 135 kt (-17% a/a), com receita de R$292 milhões (-29% a/a), mas EBITDA de R$64 milhões e margem de 21,9% (expansão relevante y/y e t/t), sustentada por mix mais favorável e bônus a distribuidores. A restrição regulatória da ANP às importações de metanol para revenda foi fator relevante para a compressão de volumes. Na Apolo, volumes ainda fracos (12,2 kt, -50% a/a) e receita de R$95 milhões (-51% a/a) resultaram em EBITDA ajustado negativo de R$4,7 milhões, embora com leve melhora sequencial. Os temas chave são a recuperação operacional plena da GPC, a retomada gradual da demanda de O&G onshore (sensível ao preço do Brent) e a sustentabilidade das margens pós-bônus. Riscos incluem volatilidade de demanda, decisões regulatórias e exposição ao ciclo de commodities. Recomenda-se acompanhar de perto a normalização das operações da GPC, evolução dos volumes da Apolo e indicadores de caixa/working capital, bem como movimentos regulatórios e do Brent que impactam a trajetória de recuperação e oportunidades de M&A.