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Sacre Investimentos
GGBR4

GGBR4

COMPRA

GERDAU S.A.

Non-Energy Minerals

Preço Atual

R$ 25,94

Preço Alvo

R$ 28,00

Potencial

8.95%
Última análise: 14/10/2026
Performance
Resumo Executivo

A Gerdau reportou no 2T26 EBITDA ajustado de R$3,43 bi, 5% acima da estimativa, com receita de R$17,87 bi e lucro líquido de R$1,47 bi; o principal destaque foi a América do Norte, com EBITDA de R$2,6 bi, margem de 25,7% e cerca de 74% do consolidado, apoiada por preços mais altos, sucata estável, backlog acima de 100 dias e demanda resiliente em data centers, energia e manufatura, enquanto o Brasil mostrou recuperação para R$705 mi de EBITDA e margem de 10,5%. Para o 3T26, a prévia setorial indicava crescimento sequencial de EBITDA entre as siderúrgicas, com Gerdau novamente entre os destaques positivos, sustentada por preços mais fortes nos EUA, margem acima de 26% na operação americana e operações brasileiras mais estáveis. O fluxo de caixa livre foi positivo em R$237 mi no 2T26, apesar de R$1,06 bi em capex, e a administração passou a indicar capex anual próximo de R$4 bi em 2027, ante ~R$5 bi, reforçando a expectativa de aceleração da geração de caixa e maior capacidade de distribuição de capital. Na alocação, a companhia segue priorizando divisão próxima de 50/50 entre dividendos e recompras. Em valuation, as análises apontam P/L de 7,9x e EV/EBITDA de 3,6x em 2026E, passando para 7,2x P/L e 3,4x EV/EBITDA em 2027E, com FCF yield em ~8–10% e preço-alvo de R$28. No setor, a pressão segue vindo da China, cujas exportações de aço acabado chegaram a 10,49 Mt em setembro e devem superar 100 Mt em 2026, mantendo preços globais pressionados; ainda assim, a exposição de ~74–75% do EBITDA à América do Norte, protegida por tarifas de importação de 50% nos EUA e por hedge natural com ativos canadenses, sustenta a preferência relativa pelo papel. Para investidores, recomenda-se acompanhar a evolução das tarifas nos EUA e eventuais medidas antidumping no Brasil.