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Sacre Investimentos
GGBR4

GGBR4

COMPRA

GERDAU S.A.

Non-Energy Minerals

Preço Atual

R$ 23,80

Preço Alvo

R$ 28,00

Potencial

17.65%
Última análise: 24/08/2026
Performance
Resumo Executivo

A Gerdau entregou 2T26 acima do esperado, com EBITDA ajustado de R$3,43 bi, +5% vs BTG, receita de R$17,87 bi e LL de R$1,47 bi; o destaque foi a operação na América do Norte, com EBITDA de R$2,6 bi, +15% t/t e +59% a/a, margem de 25,7% e ~74% do consolidado, apoiada por preços mais altos, demanda resiliente e backlog acima de 100 dias. No Brasil, o EBITDA foi de R$705 mi, +22% t/t, com margem de 10,5%, sinalizando recuperação após trimestres fracos. Na prévia do trimestre, o BTG já esperava um setor de commodities mais fraco, mas via as siderúrgicas como exceção; para a Gerdau, projetava receita de R$17,4 bi, EBITDA de R$3,26 bi, +10% t/t e +27% a/a, e LL de R$1,55 bi, sustentados por alta de preços do aço de 15% t/t no México, 4–5% t/t no Brasil e melhora também nos EUA. Em capital, o FCF foi positivo em R$237 mi mesmo com consumo de R$933 mi em capital de giro e capex de R$1,06 bi, com expectativa de aceleração no 2S26 por liberação sazonal de giro e menor intensidade de investimentos. A tese segue ancorada em ~75% do EBITDA exposto à América do Norte, onde o BTG projeta margens acima de 20%, com hedge natural em dólar e melhora gradual no Brasil; a possível redução da tarifa da Seção 232 para parte do aço canadense é negativa para preços, mas o impacto parece administrável porque 20–25% da capacidade norte-americana da Gerdau está no Canadá. Em valuation, a ação negocia entre 3,5x–3,6x EV/EBITDA 2026E e 3,3x–3,4x em 2027E, com P/L de 7,6x–7,9x em 2026E e 6,9x–7,2x em 2027E, FCF yield de ~11%, DY de 6–7% e preço-alvo de R$28. Para investidores, recomenda-se acompanhar a sustentação dos spreads de aço nos EUA e a evolução das tarifas comerciais na América do Norte.