HGLG11
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Potencial
HGLG11 manteve fundamentos operacionais sólidos no período, com vacância física entre 2,9% e 3,1%, receita de R$ 1,73–2,09 por cota e resultado de R$ 1,47–1,82 por cota, com a leitura mais recente beneficiada pela venda de Itapevi. No portfólio, o principal destaque operacional foi o contrato BTS com o Mercado Livre para ocupação integral do HGLG Itupeva G400, com 52,2 mil m², aluguel de R$ 37,05/m² e YoC estimado de 11,8%, além do avanço em projetos de desenvolvimento. Em capital, o fundo anunciou a 12ª emissão de cotas de R$ 1,5 bi, enquanto a alavancagem reportada em agosto ficou em 8,7% do portfólio, patamar ainda moderado para sustentar expansão. O pano de fundo setorial segue favorável: no mercado A+ de São Paulo, a absorção líquida do 2T26 somou 506,8 mil m², acima dos 210 mil m² de novo estoque, levando a vacância consolidada a 4,9%, com destaque para o raio de até 30 km da capital, onde a vacância caiu para 5,3% após absorção de 350,5 mil m². O preço pedido médio de R$ 32,5/m² recuou levemente, mas permaneceu em nível historicamente elevado, enquanto o custo de construção e de capital segue limitando novos projetos especulativos. Para investidores, recomenda-se acompanhar a execução da nova emissão, a conversão dos desenvolvimentos em renda e a manutenção da vacância em patamar baixo em um mercado ainda apertado para ativos logísticos A+ bem localizados.
