
OPCT3
COMPRAOCEANPACT SERVICOS MARITIMOS S.A.
Commercial ServicesPreço Atual
Preço Alvo
Potencial
A OceanPact reportou 2T26 acima do esperado, com EBITDA ajustado de R$256 mi, 9% acima da estimativa, receita de R$736 mi, lucro líquido de R$56 mi e avanço operacional puxado por mobilização de embarcações e um contrato pontual de resposta a emergência; Embarcações gerou R$151 mi de EBITDA e Serviços, R$105 mi. Para o 3T26, a prévia aponta EBITDA ajustado combinado OceanPact+CBO de ~R$475 mi, queda de 9% t/t e 4% a/a, com ~R$230 mi na OceanPact Legacy e ~R$250 mi na CBO; em Legacy, Embarcações deve seguir forte, com ~R$175 mi, enquanto Serviços tende a recuar para ~R$50 mi por custos de partida no contrato de desmobilização de Meros. O FCFE do 3T26 é estimado em ~R$120 mi antes de M&A e praticamente neutro após a aquisição da Dock Brasil por R$119 mi. Entre os KPIs mais recentes, a dívida líquida ficou em R$1,6 bi no 2T26, com alavancagem de 2,0x, backlog de R$6,5 bi e expectativa de melhora de caixa no 2S26 com menor capex e frota mais mobilizada. As âncoras da tese seguem na integração com a CBO, com sinergias acima do inicialmente previsto, redução da meta de alavancagem para 2,0–2,5x e possibilidade de distribuição de caixa excedente se a alavancagem ficar abaixo de 2,0x. O banco projeta EBITDA de ~R$2,3 bi em 2027, alta de ~14% vs. 2026, e vê espaço para novas licitações da Petrobras em PSV e AHTS, além de oportunidades com independentes e descomissionamento. Em valuation, a ação negocia a 3,8x–4,3x EV/EBITDA 2027E, com FCFE yield de ~14–17% e dividend yield de ~10–13%; o preço-alvo citado é R$14. Para investidores, recomenda-se acompanhar a captura de sinergias, a reprecificação da frota e o ritmo de novas contratações em 2027.
