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Sacre Investimentos
PETR4

PETR4

COMPRA

PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS

Energy Minerals

Preço Atual

R$ 43,55

Preço Alvo

R$ 56,00

Potencial

28.59%
Última análise: 28/08/2026
Performance
Resumo Executivo

No 2T26, a Petrobras entregou EBITDA de US$18,9 bi, ~5% acima do consenso, com produção de petróleo ~4% t/t maior, lifting cost de US$6,3/boe e refino ainda resiliente apesar de perdas de estoque de ~US$1,7 bi; o fluxo de caixa pela fórmula da companhia foi de US$7,7 bi, com capital de giro pressionado por ~US$3,2 bi, incluindo ~US$1,9 bi ligados ao atraso no ressarcimento de subsídios, enquanto a dívida líquida caiu para US$60,4 bi, o caixa subiu para US$10,4 bi e a alavancagem recuou para 1,14x. Na prévia do trimestre, a produção já indicava recorde de 2,69 mi bpd, ante 2,58 mi no 1T26, com pré-sal em ~2,30 mi bpd, exportações de ~1 mi bpd e EBITDA estimado em ~US$18,8–18,9 bi; no refino, a utilização média foi de 101%, com processamento de 1,83 mi bpd e recordes em diesel, gasolina e QAV. Em julho, a produção de petróleo ficou em 2,77 mi bpd, levando a média do ano a 2,66 mi bpd, acima do guidance de 2,4–2,6 mi bpd e reforçando chance de revisão para cima. A tese segue ancorada na integração entre E&P e refino: ~70% da produção vira carga para refinarias, o que ajuda a capturar crack spreads ainda elevados. No subsídio, o diesel chegou a até R$1,12/l, com média inicial de ~R$0,89/l e adicional de R$0,35/l ligado a PIS/Cofins; na gasolina, o subsídio vigente é de R$0,44/l. O capex caixa foi projetado em US$21,4 bi em 2026, com guidance de US$16,9 bi citado pela companhia em outra atualização. Em valuation, as análises trazem FCFE yield de ~10–12% e DY de ~9–10%, P/L 2026E de 4,2x e preço-alvo mais recente de R$56. Para investidores, recomenda-se acompanhar a manutenção dos subsídios, do imposto de exportação de 12% e a sustentação das margens globais de refino em um mercado de combustíveis ainda apertado.