PGMN3
COMPRAPague Menos
Varejo & ConsumoPreço Atual
Preço Alvo
Potencial
A Pague Menos tem mostrado execução consistente dentro de um setor farmacêutico que segue como porto seguro no varejo: vendas consolidadas de R$4,14 bi, SSS +13% a/a (MSSS +12,8%), participação de mercado em 6,7% e produtividade de cerca de R$818 mil por loja/mês, com exposição aos GLP‑1 já em ~9,1% da receita. A rentabilidade também melhorou — margem bruta em 29,5% (+80bps) e EBITDA pré‑IFRS16 de R$205 milhões (margem equivalente de 4,9% sobre receita bruta) — gerando lucro líquido pré‑IFRS16 de R$55 milhões e alavancagem líquida em ~1,9x, apesar de fluxo de caixa livre negativo no trimestre (-R$116 milhões) e um recente aumento de capital de R$215 milhões que reforça o balanço. Em termos de valuation, as referências oscilaram entre ~8,5x e 11x P/L projetado para 2026, com preço‑alvo consensual citado em R$9/ação, refletindo crescimento do LPA estimado em ~32% entre 2025–2028 e um CAGR de EBITDA robusto nas projeções. No plano setorial, a aprovação de alternativas à semaglutida de referência e a possível queda de preços ampliam o mercado de GLP‑1, potencialmente elevando volumes e melhorando margens brutas por escala, enquanto a CMED mantém reajustes abaixo da inflação e descontos médios de ~25% pressionam o repasse de preços. Riscos relevantes incluem elasticidade da demanda por GLP‑1, gestão de cadeia refrigerada, concorrência de similares, execução de expansão e sensibilidade a taxas de juros e crédito ao consumidor. Investidores devem acompanhar de perto evolução dos preços e competidores de GLP‑1, indicadores de caixa e alavancagem, desempenho por loja e execução da expansão de lojas, além de sinais de normalização das taxas de juros que afetarão visibilidade para lucros e múltiplos.
