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Sacre Investimentos
PGMN3

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COMPRA

EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S.A.

Retail Trade

Preço Atual

R$ 3,41

Preço Alvo

R$ 9,00

Potencial

163.93%
Última análise: 25/08/2026
Performance
Resumo Executivo

A Pague Menos reportou 2T26 com vendas brutas de R$4,3 bi, alta de 9% a/a, e EBITDA pré-IFRS 16 de R$282 mi, +15%, com margem de 6,5%, +40 bps e acima das estimativas, sustentado por alavancagem operacional e diluição de despesas; o ponto mais fraco foi a desaceleração do crescimento, com SSS de 8% e MSSS de 7,8%, abaixo do ritmo do 1T26, refletindo menor contribuição de GLP-1 e OTC. Na prévia do trimestre, a expectativa para a companhia já era de receita +9%, SSS de ~8,6% e margem praticamente estável, em um setor ainda pressionado por juros altos e consumo seletivo. Entre os KPIs, a participação de GLP-1 na receita caiu para 8,2%, de 9,1% no 1T26, reduzindo sua contribuição ao crescimento de 6,5 p.p. para 3,2 p.p.; OTC desacelerou para 4,7%; a companhia ainda ganhou 13 bps de market share, para 6,7%, e a produtividade por loja chegou a R$856 mil por mês, +6,9% a/a e +4,6% t/t. No resultado, o lucro bruto foi de R$1,3 bi, com margem de 30,6%, -10 bps, enquanto o lucro líquido ajustado pré-IFRS 16 ficou em R$74 mi, acima de um ano antes, mas abaixo da estimativa, pressionado por efeitos não caixa e impostos. No balanço, a dívida líquida caiu ~R$20 mi t/t e a alavancagem recuou para ~1,8x, de 1,9x no 1T26 e 2,6x um ano antes, com melhora no ciclo de estoques apesar de capex de R$79 mi. A tese estrutural do varejo farmacêutico segue apoiada por um mercado de ~R$170 bi, crescimento projetado de 10%–12% em 2025-26 e potencial de GLP-1 acima de R$17 bi em 2026, embora a menor exposição no trimestre mostre normalização do vetor de curto prazo. Em valuation, o material cita ~6x P/L 2026 e preço-alvo de R$9,00. Para investidores, recomenda-se acompanhar a velocidade de normalização do SSS, a penetração de GLP-1 e a continuidade da desalavancagem em um ambiente macro ainda restritivo.