
SYNE3
COMPRASYN PROP E TECH S.A.
FinancePreço Atual
Preço Alvo
Potencial
A SYN reportou no 1T26 receita líquida de R$59,5 mi (+8% a/a), EBITDA ajustado de R$25,8 mi (+39%), com margem de 43,4% vs. 33,7% no 1T25, e FFO de R$9,5 mi (+24% a/a e +48% t/t), embora 28% abaixo da estimativa de R$13,2 mi por despesas financeiras mais altas; o lucro líquido somou R$19,7 mi, 5% acima do 1T25. Nos indicadores operacionais, os shoppings entregaram SSS de 1,8%, SSR de 5,6%, vacância de 2,7%, queda de 210 bps a/a, e custo de ocupação estável em 12,8%, enquanto a carteira de escritórios encerrou o trimestre com vacância de 5,4%, melhora de 110 bps a/a. Em logística, a companhia concluiu a fase 4 do projeto greenfield CLD, com ~17 mil m² de ABL e ocupação total ao fim do trimestre. Para o 2T26, a prévia do BTG aponta continuidade da resiliência operacional, mas com crescimento ainda modesto na DRE: receita líquida de R$59 mi (+6% a/a), EBITDA ajustado de R$25 mi (+13%) e FFO de R$10 mi, com queda de 28% na base anual. No pano de fundo setorial, o banco espera desaceleração do crescimento de vendas mesmas lojas nos shoppings brasileiros, ainda com indicadores operacionais sólidos; para o segmento, a projeção consolidada é de queda de 5% na receita e no EBITDA a/a, mas com FFO em alta de 5%. A leitura para o ativo segue de operação estável, ocupação saudável e melhora de margem, com o financeiro ainda pressionando a conversão em FFO. Em valuation, o material traz preço-alvo de R$9,1.
