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Sacre Investimentos
TAEE11

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VENDA

Taesa

Serviços Básicos

Preço Atual

R$ 41,01

Preço Alvo

R$ 37,00

Potencial

-9.78%
Última análise: 13/07/2026
Performance
Resumo Executivo

A Taesa apresentou trimestre operacionalmente sólido, com receita de R$656 milhões (+9,6% a/a) e EBITDA de R$562 milhões (+10,3% a/a), refletindo energização de ativos (Pitiguari, entrada parcial de Tangará e Saíra Fase 2) e reforços em São Pedro, TSN e ATE III, além de reajustes da RAP indexados ao IGP‑M (+7,03%) e IPCA (+5,32%). Apesar do desempenho operacional, o lucro líquido regulatório ficou abaixo da expectativa (R$192 milhões) devido a menor equivalência patrimonial (R$90 milhões), despesas financeiras mais elevadas (R$309 milhões) e alíquota efetiva de imposto superior ao estimado. A alavancagem permaneceu em 4,7x dívida líquida/EBITDA e a companhia anunciou R$193 milhões em dividendos (payout de 100% do lucro regulatório do período), implicando rendimento de cerca de 1,3%. No âmbito setorial, o Utilities Monitor do BTG destaca informações de valuation e posições de mercado, enquanto o acompanhamento de restrições evidencia aumento de cortes na geração: vento com restrições médias de 17,4% e solar de 27,9%, majoritariamente por motivos energéticos (ENE), com impactos regionais em Maranhão, Ceará, Bahia e São Paulo e empresas como Copel, CPFL, Engie, Auren, Equatorial e Alupar entre as mais afetadas. Para Taesa, o modelo regulado e os reajustes de RAP conferem resiliência às receitas, e as energizações recentes sustentam crescimento do EBITDA, mas aumento de custo de dívida, menor participação em equivalência patrimonial e riscos operacionais do sistema elétrico (restrições/curtailments) são pontos de atenção. Recomenda‑se aos investidores acompanhar evolução do endividamento e custo financeiro, progresso de novos projetos energizados, divulgação de equivalências patrimoniais e atualizações do ONS/BTG sobre restrições e valuation setorial para avaliar a sustentabilidade dos fluxos e dividendos.